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Campeão de 96, Damon Hill diz que F-1 sentirá falta de Rubens Barrichello

O anúncio da contratação do brasileiro Bruno Senna pela Williams praticamente decretou a aposentadoria na Fórmula 1 de seu compatriota Rubens Barrichello, que só pode buscar lugar na fraca Hispania. Segundo o britânico Damon Hill, campeão do Mundial de 1996, a categoria sentirá falta do experiente piloto nacional por seu caráter e habilidade dentro do […]

Arquivo Publicado em 18/01/2012, às 22h33

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O anúncio da contratação do brasileiro Bruno Senna pela Williams praticamente decretou a aposentadoria na Fórmula 1 de seu compatriota Rubens Barrichello, que só pode buscar lugar na fraca Hispania. Segundo o britânico Damon Hill, campeão do Mundial de 1996, a categoria sentirá falta do experiente piloto nacional por seu caráter e habilidade dentro do cockpit.

Damon Hill correu na F-1 entre 1992 e 1999 e foi adversário de Barrichello durante suas últimas sete temporadas, acompanhando a ascensão do brasileiro, que estreou na Jordan e após boa passagem pela Stewart assinou contrato com a Ferrari para a temporada 2000. Posteriormente ele competiu pela Brawn GP e Williams.

“Ele teve uma carreira extremamente longa e isso conta muito, é o piloto mais experiente da história da F-1 e as pessoas vão sentir falta dele como pessoa e piloto”, disse britânico ao site Autosport. “Há um número limitado de caracteres na Fórmula 1 e Rubens tem tido um completamente positivo. As pessoas gostam dele e o respeitam por suas habilidades”, explicou.

Barrichello está na Fórmula 1 desde 1993 e é o recordista de Grandes Prêmios da categoria, com 326 participações e 323 largadas. Ele buscava seguir na Williams para chegar a seu 20º ano consecutivo como piloto titular e tanto tempo na F-1, segundo Hill, pode fazer com que a aposentadoria do brasileiro seja ainda mais dolorosa.

“É muito difícil para pilotos desistirem ou serem forçados a desistir de algo que eles realmente amam e é seu estilo de vida.Você sabe que um dia isso vai acontecer e você terá que parar. A pena é que não há para onde seguir como piloto”, avaliou o britânico.

Jornal Midiamax