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Presidente do sindicato rural de Iguatemi fala na Assembleia sua versão sobre a acusação de agressão

Márcio Margatto, presidente do sindicato rural de Iguatemi, esteve na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a convite do deputado estadual Zé Teixeira (DEM), onde apresentou a sua versão sobre o incidente ocorrido com o secretário de articulações sociais da Presidência da República, no último domingo (27). O presidente o sindicato rural narrou da […]

Arquivo Publicado em 01/12/2011, às 15h50

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Márcio Margatto, presidente do sindicato rural de Iguatemi, esteve na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a convite do deputado estadual Zé Teixeira (DEM), onde apresentou a sua versão sobre o incidente ocorrido com o secretário de articulações sociais da Presidência da República, no último domingo (27).
O presidente o sindicato rural narrou da tribuna que recebeu um telefone de um produtor rural, às 11h25, falando que havia na região um comboio de carros, caminhonete e micro-ônibus, além de uma caminhonete da Força Nacional. 
Margatto narrou a sua versão, semelhante ao que fez ontem (30), na sede da Famasul. “Só vim esclarecer porque meu nome está na mídia estadual e nacional, de forma caluniosa”.
Segundo o presidente do sindicato, na segunda-feira (28), cerca de 20 índios montaram acampamento na Fazenda Cambará. “Não posso afirmar que são os mesmos que estavam nos micro-ônibus porque as fotos que fizemos no domingo foram apagadas”.
Para o Deputado Zé Teixeira, ressaltou que está sendo que não estão ajudando os índios. “Estão apenas causando a discórdia”.
A deputada Mara Caseiro (PDT) falou que a Secretaria Nacional deveria vir averiguar e tentar ajudar, mas ocorreu ao contrário. “Não queremos aqui dizer quem está errado. Queremos que a presidente Dilma olhe para o Mato Grosso do Sul e traga soluções. Queremos que venham nos ajudar a sanar o problema”.
Mara destacou que as novas gerações indígenas querem ser tratados como cidadãos comuns. “As autoridades precisam parar de descriminar os índios e parar de olhar para eles como incapazes”.
O deputado Eduardo Rocha (PMDB), diante do exposto, sugeriu a criação de uma comissão para que a Assembleia atue na situação. “Não adianta chegar pessoas de Brasília que não sabem nem onde fica o Mato Grosso do Sul”.
Jornal Midiamax