Política / Transparência

Governo de MS fechou o último ano com mais de R$ 9 milhões de dívidas consolidadas

Em 2019, o Governo de Mato Grosso do Sul finalizou o ano com R$ 9.027 milhões de dívidas consolidadas. Os dados foram apresentados no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais, publicado nesta semana. De acordo com o Tesouro Nacional, dívidas públicas consolidadas são o montante total de obrigações financeiras assumidas pelo Estado. No montante estão […]

Dândara Genelhú Publicado em 25/08/2020, às 16h11 - Atualizado às 16h39

Foto: Arquivo/Subcom-MS
Foto: Arquivo/Subcom-MS - Foto: Arquivo/Subcom-MS

Em 2019, o Governo de Mato Grosso do Sul finalizou o ano com R$ 9.027 milhões de dívidas consolidadas. Os dados foram apresentados no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais, publicado nesta semana.

De acordo com o Tesouro Nacional, dívidas públicas consolidadas são o montante total de obrigações financeiras assumidas pelo Estado. No montante estão incluídas obrigações assumidas em razão de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito.

Assim, no último ano, MS acumulou mais dívidas com a União. Segundo o boletim, a dívida é de R$ 7.016 milhões. O segundo maior valor é relacionado a dívida externa. O Estado sul-mato-grossense possui dívida externa de R$ 1.297 milhão.

Mais gastos com pessoal

O governo de Reinaldo Azambuja (PSDB) em Mato Grosso do Sulnão cumpriu o limite de gastos com pessoal em 2019 previsto no PAF (Programa de Ajuste Fiscal), como contrapartida para a renegociação das dívidas do Estado com a União, celebrado em 2016.

Seguindo a metodologia adotada no PAF, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rio de Janeiro, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraíba apresentam comprometimento de suas receitas correntes líquidas com despesas com pessoal superior ao limite de 60%.

Assim, conforme os números, Mato Grosso do Sul atingiu limite com despesa de pessoal de 61,3%. O boletim traz ainda que, de acordo com a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), os Estados não devem exceder o limite de 60% com o pagamento de salários, pensões e aposentadorias.

Jornal Midiamax