Política / Transparência

Parada há quase três anos, obra de cadeia pública de Campo Grande será revisada

O governo do Estado de Mato Grosso do Sul vai pagar R$ 466 mil a um escritório de arquitetura para revisar e corrigir o projeto executivo e complementar da construção da cadeia pública feminina de Campo Grande, no complexo da Gameleira. A obra está paralisada desde novembro de 2015, quando técnicos da Caixa Econômica Federal […]

Joaquim Padilha Publicado em 02/08/2018, às 08h16 - Atualizado às 08h24

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Parada há quase três anos, obra de cadeia pública de Campo Grande será revisada
Agesul espera entrega de projeto revisado em 98 dias (Arquivo/Midiamax)

O governo do Estado de Mato Grosso do Sul vai pagar R$ 466 mil a um escritório de arquitetura para revisar e corrigir o projeto executivo e complementar da construção da cadeia pública feminina de Campo Grande, no complexo da Gameleira.

A obra está paralisada desde novembro de 2015, quando técnicos da Caixa Econômica Federal e do Depen (Departamento Penitenciário Federal) encontraram fissuras em vigas de sustentação do prédio, em uma vistoria.

Segundo a assessoria da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), na época, o que teria motivado os problemas teria sido o projeto executivo da construção, entregue pelo governo Federal, que tinha falhas e tornou a obra inexecutável.

Mais de R$ 13,6 milhões já foram destinados à construção do prédio. O presídio feminino, que deve contar com 407 vagas, foi projetado com o objetivo de desafogar a superlotação das cadeias de Mato Grosso do Sul.

O primeiro prazo para entrega da obra expirou há mais de três anos, em março de 2015. Com a nova contratação, o governo espera que a empresa contratada, LM Arquitetura Ltda, entregue o projeto da obra corrigido em um prazo de 98 dias.

Há menos de um ano, a LM Arquitetura, de responsabilidade técnica do arquiteto Lauro Veloso Malaquias, foi contratada pelo governo para entregar um projeto executivo para construção da sede da PGE (Procuradoria-Geral do Estado). Os serviços custaram R$ 774 mil.

Jornal Midiamax