Política / Pimenta

Manobras para privilegiar parentes desmoralizam diretoria e revoltam novos servidores

Guerra judicial teria erros graves de advocacia administrativa e indícios de favorecimento familiar com fraude em concurso

Da Redação Publicado em 02/06/2021, às 07h00

Novos servidores dizem que cúpula de instituição que deveria combater ilegalidade seria servil e conivente
Novos servidores dizem que cúpula de instituição que deveria combater ilegalidade seria servil e conivente - Ilustração sobre Reprodução (Web)

Mal ingressados na carreira, servidores que passaram honestamente em concurso público já estão desiludidos com diretoria da instituição. Acusam cúpula de servilmente levar conduta ilegal para dentro, ao invés de combater. A desmoralização começou quando poderosos teriam decidido garantir vaga no tapetão para parentes reprovados.

A briga tem episódios graves com flagrante de suposta advocacia administrativa e saiu de controle ao pular para gabinetes que nada têm com o rolo e resolveram não assinar qualquer coisa.

'Já está muito complexa a resolução, mas ainda vai feder mais, como se diz na roça, porque estão implicando publicamente o nome de togados que não têm nada a ver com essa pérola de corrupção', aposta servidor que atua em corregedoria e acompanha de perto cada lance da guerra.

Enquanto isso, tem concursado juntando elementos para denúncia nacional que deve, mais uma vez, expor MS. Laços familiares que julgam estarem ocultos já foram expostos faz tempo, e conduta de gente em várias instituições está monitorada. Se agirem com a mesma intensidade que reclamam, prometem expor novo escândalo nacional em MS.

Assim, diretoria que tenta entregar fatura cobrada pela cúpula ganhou ira e total desrespeito até de servidores de classe especial que circulam nos corredores mais restritos. O desespero para atender ordem nada republicana expôs fraqueza que afeta toda a instituição, analisam os decanos da carreira.

Entre os recém ingressados, sentimento é de revolta. "A gente sonha entrar na carreira justamente para estar do outro lado da bandidagem. Estão nos pressionando e ameaçando até para não irmos à justiça. É totalmente o contrário do que se espera de uma diretoria que não esteja comprometida até o pescoço com essas práticas corruptas", desabafa um dos novos servidores.

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