Luiza critica colegas e diz que oposição ‘não se conforma’ com decisão da Justiça

A vereadora Luiza Ribeira (PPS) criticou o fato de seus oponentes estarem tentando uma liminar para barrar a decisão do vice-presidente do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), desembargador João Batista da Costa Marques, que suspendeu a votação do processo de cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). “Eles não se conformam”, criticou. […]
| 26/12/2013
- 22:01
Luiza critica colegas e diz que oposição ‘não se conforma’ com decisão da Justiça

A vereadora Luiza Ribeira (PPS) criticou o fato de seus oponentes estarem tentando uma liminar para barrar a decisão do vice-presidente do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), desembargador João Batista da Costa Marques, que suspendeu a votação do processo de cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). “Eles não se conformam”, criticou.

Ela afirmou que não irá sair da Câmara e que os vereadores continuam reunidos em sala fechada aguardando se haverá ou não nova decisão, que poderá ser deferida a partir do pedido de liminar enviado pela assessoria jurídica da Casa.

Apesar das críticas ao inconformismo, Bernal também buscou a Justiça para barrar a Processante. Hoje, depois de a desembargadora plantonista Tânia Garcia de Freitas Borges, que no último dia 23 já havia negado outra tentativa de Bernal de barrar na Justiça a votação do pedido de cassação na Câmara Municipal, ele conseguiu suspender o processo.

 

Os vereadores, inclusive, explicaram que vão recorrer porque na decisão da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, ela ressalta que “esta decisão não comporta reconsideração, enquanto perdurar o plantão judiciário do recesso forense, porquanto proferida neste período, em razão da vedação contida no art. 5º do provimento 302/2013″.

Luiza também desqualificou o relatório final da Comissão Processante e afirmou que nada justifica o pedido de cassação do prefeito. Ele ainda afirmou que o texto deve ter sido bem antes de o prefeito enviar sua defesa, já que segundo ele o relatório não cita nada que mostre que tenha sido feito depois. “Não vi nenhuma irregularidade no relatório que justifique a cassação. O relatório foi feito antes e não considerou a defesa. Dá a impressão que já havia sido feito muito antes”, reverberou.

Questionada se Bernal tivesse tido outra conduta e comparecido às chamadas da Câmara mudaria alguma coisa nesse processo foi enfática: Nada que tivesse sido feito mudaria essa situação. O PMDB fez reunião decidindo pela cassação. O Edil que o presidente da Processante é do PMDB.

 

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