Política / Justiça

Servidores da UFGD preparam protesto hoje em frente à Justiça Federal

Técnicos administrativos em greve da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) vão realizar uma bananada da greve, intitulada “Alguém mais quer banana?”, em referência a liminar da Justiça Federal que obrigou todos os técnicos do Hospital Universitário (HU/UFGD) a retornarem aos serviços e manterem 100% dos atendimentos a partir de 13 de julho. O protesto […]

Arquivo Publicado em 26/07/2012, às 11h38

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Técnicos administrativos em greve da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) vão realizar uma bananada da greve, intitulada “Alguém mais quer banana?”, em referência a liminar da Justiça Federal que obrigou todos os técnicos do Hospital Universitário (HU/UFGD) a retornarem aos serviços e manterem 100% dos atendimentos a partir de 13 de julho.


O protesto será às 14h desta quinta-feira (26) em frente a Justiça Federal, localizada na Avenida Presidente Vargas, esquina com a Rua Ponta Porã. A manifestação envolverá a distribuição de bananas para os participantes.


De acordo com o Comando Local de Greve, a liminar da Justiça Federal foi recebida pela categoria com indignação e interpretada como uma decisão que desrespeita o direito de greve dos servidores e coloca nas costas dos servidores do HU/UFGD a responsabilidade pelo caos na saúde de Dourados e região.


Em 12 de julho, os técnicos chegaram a realizar um protesto contra a ameaça de corte de ponto como agressão ao direito de greve e no dia seguinte recebeu a decisão do juiz acabando com a greve no HU/UFGD, configurando uma nova agressão ao movimento.


Antes disso, em 25 de junho, diante da recomendação do Ministério Público Federal (MPF) contrária a greve no HU/UFGD, a assembleia dos técnicos administrativos aprovou por manter 50% da paralisação, de forma que o atendimento a população fosse mantido, atendendo não apenas os serviços essenciais, mas todas as atividades da instituição. Até as unidades da UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) – UTI Adulto A e B, UTI Pediátrica, UTI Neonatal, Unidade Intermediária e Maternidade manteriam o atendimento com 100% dos servidores, mas nada convenceu a Justiça Federal sobre a necessidade da greve por melhores condições de trabalho.

Jornal Midiamax