Política / Justiça

Ministério da Justiça garante R$ 6 milhões para construir novo prédio do Semiaberto em Dourados

O Mato Grosso do Sul terá R$ 26 milhões para a construção e reforma do sistema prisional do estado. Apesar dos cortes do governo federal em três convênios firmados para a construção de presídios no estado, a bancada sul-mato-grossense conseguiu manter a construção do novo prédio para Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, em Dourados. Os […]

Arquivo Publicado em 28/09/2011, às 13h38

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O Mato Grosso do Sul terá R$ 26 milhões para a construção e reforma do sistema prisional do estado. Apesar dos cortes do governo federal em três convênios firmados para a construção de presídios no estado, a bancada sul-mato-grossense conseguiu manter a construção do novo prédio para Estabelecimento Penal de Regime Semiaberto, em Dourados.

Os três contratos somavam juntos mais de R$ 13 milhões. A dificuldade de execução dos projetos foi preponderante para o cancelamento dos convênios pelo governo federal. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu que a obra em Dourados terá o apoio do Governo e não sofrerá corte na aplicação dos recursos.

Com isso, será mantido o investimento de mais de R$ 6 milhões do Executivo na obra. Como contrapartida, o Governo de Mato Grosso do Sul arcará com R$ 672 mil. A complexidade do Estado aliado ao fato de estar localizado na faixa de fronteira do país pesaram na decisão do ministro ao manter a construção.

O Ministério da Justiça quer dar uma nova modelagem e padronização do sistema prisional brasileiro. Por isso, só no Mato Grosso do Sul foram renegociados dois contratos que juntos ultrapassam R$ 2 milhões.

Ponta Porã e Três Lagoas

Mais de R$ 20 milhões serão destinados à reforma do sistema prisional em diversas cidades do Estado. Os recursos devem começar a ser liberados a partir no próximo ano, conforme projeto enviado pela Secretaria de Segurança Pública. Projetos em apreciação para atender as cidades de Ponta Porã e Três Lagoas, por exemplo, já começam também a ser analisados na Caixa Econômica Federal.

Jornal Midiamax