Política / Bastidores

[BASTIDORES] Petista em alta pode ser arma para tentar recuperar espaços perdidos

Prefeito discursou e arrancou lágrimas da platéia

Ludyney Moura Publicado em 06/04/2017, às 08h00

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Prefeito discursou e arrancou lágrimas da platéia

Em alta

A saída de Mamão, do BBB, animou parte da militância petista em MS. Isso porque o advogado e cozinheiro Ilmar Renato Fonseca, é um quadro antigo da legenda, que pode lançar mão de sua fama repentina e sua aparição na mídia nacional nas eleições do próximo ano.

Passado

O petista famoso de MS já tentou ser candidato em 2014, ao Senado, mas precisou abrir mão do intento em prol de Ricardo Ayache, hoje no PSB. Mas, vale destacar que além de ceder espaço, Mamão ainda foi generoso com o então correligionário e lhe doou R$ 2 mil para campanha.

Ptismo

Por falar em PT, o partido anda discordante. Enquanto o presidente regional, Antônio Carlos Biffi, mira Zeca do PT em 2018, o ex-governador mira o próprio Biffi nas eleições internas da legenda.

Continua

 Na sessão ordinária de ontem, quarta-feira (5), a Assembleia Legislativa aprovou a indicação de Youssif Domingos para ser reconduzido ao cargo de diretor-presidente da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agepan).

Assuntos

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) pareceu um pouco desconcertado com a imprensa durante evento na governadoria.  Primeiro ao ser questionado sobre prazo para entregar as casas das famílias da favela Cidade de Deus, ele disparou: “Só querem saber de prazo”.

E a dengue?

E a dengue, questionou o prefeito. “Vocês viram que não teve nenhum registro esse ano? Se tivesse uma epidemia ai iriam sair em todos os jornais e sites e iriam nos postos mostrar”, desabafou.

Inspirado

Ao discursar em um evento na Funsat, Marquinhos usou um discurso religioso comum a círculos denominacionais neo-pentecostais. Deu certo. Alguns presentes choraram ouvindo a fala do prefeito.

Paraíso

Paraíso com tudo pago vale a pena? Mesmo que o custo seja aquele altíssimo, o do puxa-saquismo? Na luta desmedida pelo poder vale tudo, menos vergonha na cara de farrear com dinheiro público.

Sucata?

Não dá para entender a excessiva compra de materiais de trabalho no mesmo momento em que equipamentos são doados em abundância. Não dá para saber também quando a máxima do “serve a você, mas não a mim” vai parar de ser bancada com o nosso dinheiro.

CPI

O deputado Elizeu Dionizio (PSDB) pousou ao lado do colega de parlamento, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho de um dos mais controversos, polêmicos e odiados políticos da atualidade, Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Na pauta uma CPI da doutrinação ideológica nas escolas. 

Jornal Midiamax