Mudanças de partido e críticas à guerra na Ucrânia movimentam semana política em MS

Janela partidária começa nesta quinta-feira (3)
| 26/02/2022
- 12:30
Ministra deverá assumir diretório estadual do PP em MS.
Ministra deverá assumir diretório estadual do PP em MS. - Foto: Reprodução | Ministério da Agricultura.

Com a aproximação da janela partidária, a semana política de foi movimentada por anúncios de trocas de partidos. O maior deles foi a ministra , que segue para o PP após fusão do DEM com o PSL e criação do União Brasil.

A ministra da Agricultura deve assumir a presidência do PP em Mato Grosso do Sul. O cargo deve ser deixado pelo atual presidente, deputado Evander Vendramini (PP), por uma questão de hierarquia.

Após a decisão da executiva nacional do PP, políticos de MS seguidores da ministra anunciaram que não irão acompanhá-la nesta jornada. Os deputados estaduais Zé Teixeira e Barbosinha disseram que não seguem para o PP por resistência no cenário de Dourados. Quem segue os passos da ministra Tereza Cristina é o deputado federal Luiz Ovando, que anunciou ida ao PP nesta sexta-feira (25).

Nesta semana, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), foi à capital do Paraguai, Assunção. No país vizinho, o prefeito participou de reuniões sobre a Rota de Integração Latino-Americana. Marquinhos também foi destaque do convite assinado pelo irmão, senador Nelsinho Trad, que é presidente do PSD-MS.

Isso porque o PSD de Mato Grosso do Sul marcou para 5 de março o evento de lançamento da pré-candidatura a governador do Estado. A presença do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab está confirmada para o lançamento.

Mesmo após questionamento de vereadores petistas e trancamento da pauta, o projeto de lei nº 10.380/21 foi aprovado pela Câmara de Campo Grande. A proposta regulamenta a Outorga Onerosa para alteração de uso de terras na área de expansão urbana da Capital.

Vereadores de Campo Grande, deputados estaduais e federais, e senadores de Mato Grosso do Sul se posicionaram contra a guerra na Ucrânia. Os ataques russos ao território ucraniano foram condenados pelos políticos sul-mato-grossenses.

Sobre o conflito entre a Rússia e a Ucrânia, a senadora Soraya Thronicke (União Brasil) avalia que “a escolha pela guerra nunca será o melhor caminho”. Para a senadora Simone Tebet (MDB), a luta tem de ser por 'solução de paz' e o conflito da Rússia afeta o mundo todo.

Nelsinho Trad (PSD) disse que a ‘paz está no DNA do brasileiro’, ao Jornal Midiamax o parlamentar disse ter medo de Bolsonaro falar a favor da Rússia.

A deputada federal Rose Modesto apontou que “é preciso consciência de que o Brasil e Mato Grosso do Sul também serão negativamente impactados por esta guerra. A bancada de deputados estaduais também se posicionou sobre o tema.

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