Com apoio de Bolsonaro a Pacheco, ala de Simone ganha mais força na disputa pela presidência do Senado

A ala independente do MDB no Senado Federal, cuja principal representante é a senadora Simone Tebet (MS), ganhou mais força para indicar o representante que vai disputar a presidência da Casa. É que o presidente da República, Jair Bolsonaro, reafirmou seu apoio a Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ligado ao atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). […]
| 09/01/2021
- 13:53
Com apoio de Bolsonaro a Pacheco, ala de Simone ganha mais força na disputa pela presidência do Senado
No Plenário do Senado, Simone conversa com Eduardo Gomes (TO) e Eduardo Braga (AM), seus adversários na disputa interna do MDB. | Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado - No Plenário do Senado, Simone conversa com Eduardo Gomes (TO) e Eduardo Braga (AM), seus adv

A ala independente do MDB no Senado Federal, cuja principal representante é a senadora (MS), ganhou mais força para indicar o representante que vai disputar a presidência da Casa. É que o presidente da República, Jair Bolsonaro, reafirmou seu apoio a Rodrigo Pacheco (DEM-MG), ligado ao atual presidente do Senado, (DEM-AP).

O aviso foi dado ao líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que também é pré-candidato. Essa posição do chefe do Executivo federal, segundo a CNN Brasil, abre caminho para uma candidatura mais independente da legenda, como a do líder da bancada, Eduardo Braga, ou de Simone, que é presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Dessa forma, o objetivo é ter um candidato ou candidata que seja antagônica a Pacheco. Ainda conforme a CNN, na falta de uma postura isenta do Palácio do Planalto, caberia a Bezerra Coelho e ao líder do governo no Congresso Nacional, senador Eduardo Gomes (MDB-TO) retirar suas candidaturas para evitar constrangimentos.

O partido deve decidir até a próxima semana quem disputará contra Pacheco. Contando com o apoio de integrantes do PSDB, Podemos, PSL, Cidadania, o MDB acredita que já soma pelo menos 37 votos, o que ainda é insuficiente para vencer. 

Pregando independência, a legenda tenta rotular Pacheco como “candidato do governo”, a fim de atrair mais votos da oposição. O democrata está negociando com o PT, ato visto com cautela pelo governo. Por sua vez, os petistas simpatizam com o senador, pelo fato dele – na época um emedebista – não ter se embaraçado com as denúncias contra o então presidente .

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