Política

Simone desiste de candidatura e apoia parlamentar do DEM à Presidência do Senado

Depois de lançar candidatura avulsa à Presidência do Senado, Simone Tebet (MDB) decidiu, há pouco, retirar a candidatura e declarar voto em David Alcolumbre (DEM). Até esta sexta-feira (1º), depois que o MDB decidiu, por maioria dos senadores, escolher Renan Calheiros para disputar o comando do Congresso, a senadora sul-mato-grossense afirmava que não se lançaria […]

Aliny Mary Dias Publicado em 02/02/2019, às 13h50 - Atualizado às 18h05

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Simone desiste de candidatura e apoia parlamentar do DEM à Presidência do Senado
Foto: Agência Senado

Depois de lançar candidatura avulsa à Presidência do Senado, Simone Tebet (MDB) decidiu, há pouco, retirar a candidatura e declarar voto em David Alcolumbre (DEM).

Até esta sexta-feira (1º), depois que o MDB decidiu, por maioria dos senadores, escolher Renan Calheiros para disputar o comando do Congresso, a senadora sul-mato-grossense afirmava que não se lançaria avulsa na disputa.

Na manhã deste sábado, no entanto, em seu discurso, ela se lançou como candidata avulsa em uma estratégia de “ter voz” no Senado. Como candidata, Simone discursou por cerca de 10 minutos e defendeu, inclusive, voto aberto dos colegas.

Logo depois do discurso do candidato do DEM, David Alcolumbre, Simone pediu a palavra e declarou que estava desistindo da disputa e que apoiaria o colega do DEM. A senadora sul-mato-grossense foi aplaudida de pé por muitos senadores.

Impasse

A sessão para escolha do novo presidente do Senado Federal começou ontem, no entanto, desentendimento entre os senadores sobre a forma de declaração do voto, aberto ou fechado, fez com que a discussão fosse suspensa. Os parlamentares chegaram a votar e por maioria de 50 votos decidiram que a votação fosse aberta.

Sem concordar com o resultado, grupo de senadores ligados a Renan Calheiros (MDB) recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para invalidar a votação. O ministro Dias Toffoli acatou o recurso e decidiu que a votação seja sigilosa.

O argumento do ministro, com base na legislação, é que a votação pôde ser suspensa pelo fato de não ter havido unanimidade. Dois senadores votaram contra a escolha aberta. Dessa forma, a sessão foi retomada no fim da manhã deste sábado (2).

Jornal Midiamax