Política

Maia acredita que Capitalização da Previdência não passa do jeito que está

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (2) que não acredita que o modelo de capitalização previsto no texto da reforma da Previdência (PEC 6/19) será aprovado. No texto encaminhado pelo Governo Federal, cada trabalhador terá uma conta individual na qual depositará suas contribuições e que também poderá receber contribuições […]

Daiany Albuquerque Publicado em 02/04/2019, às 18h06

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados) - Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)
Maia acredita que Capitalização da Previdência não passa do jeito que está
Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, acredita que projeto tenha modificações (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta terça-feira (2) que não acredita que o modelo de capitalização previsto no texto da reforma da Previdência (PEC 6/19) será aprovado.

No texto encaminhado pelo Governo Federal, cada trabalhador terá uma conta individual na qual depositará suas contribuições e que também poderá receber contribuições dos empregadores. Maia sugeriu um sistema que garanta uma renda mínima de até cinco ou seis salários mínimos.

O sistema atual é de repartição, ou seja, independentemente do que foi contribuído, o trabalhador recebe o que foi definido em lei para o seu caso. “Duvido que [o novo modelo] consiga assegurar seu sustento, porque a renda do brasileiro é baixa. Acho que a capitalização vai passar, mas em um sistema [híbrido] que garanta a obrigatoriedade da contribuição patronal, uma renda mínima”, afirmou.

Rodrigo Maia reiterou que o exame da PEC (Projeto de Emenda à Constituição) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) deve ficar restrito à admissibilidade do texto e que eventuais mudanças de mérito ocorram na comissão especial.

O presidente da Câmara também afirmou que as alterações no BPC (Benefício de Prestação Continuada) e na aposentadoria rural não vão ser aprovadas na Casa, porque a maioria dos deputados é contrária a esses pontos. (Com assessoria)

Jornal Midiamax