Ex-presidente Lula pede à Justiça para comparecer a velório do neto

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta sexta-feira (1º) à Justiça Federal em Curitiba (PR) para deixar a prisão e comparecer ao velório do neto, Arthur Lula da Silva, de 7 anos, que morreu vítima de meningite meningocócica, em Santo André (SP). Na petição encaminhada à juíza Carolina Lebbos, os […]
| 01/03/2019
- 18:11
Ex-presidente Lula pede à Justiça para comparecer a velório do neto
Ex-presidente Lula pede à Justiça para comparecer a velório do neto
Ex-presidente ao lado do neto Arthur, de apenas 7 anos, que morreu nesta sexta-feira (Divulgação)

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu nesta sexta-feira (1º) à Justiça Federal em Curitiba (PR) para deixar a prisão e comparecer ao velório do neto, Arthur Lula da Silva, de 7 anos, que morreu vítima de meningite meningocócica, em Santo André (SP).

Na petição encaminhada à juíza Carolina Lebbos, os advogados do ex-presidente argumentaram que LEP (Lei de Execução Penal) prevê que presos possam deixar a prisão para comparecer ao velório de um parente próximo.

Lula está preso desde 7 de abril do ano passado por ter sua condenação no caso confirmada pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá (SP).

Em janeiro, Lula também pediu para deixar a prisão para comparecer ao velório do irmão, Genival Inácio da Silva, conhecido como Vavá, que morreu em decorrência de câncer no pulmão. No entanto, o pedido foi negado pela juíza Carolina Lebbos. A decisão foi confirmada pelo desembargador federal Leandro Paulsen, do TRF4, mas o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, aceitou recurso da defesa e autorizou a saída de Lula.

No entanto, o ex-presidente não aceitou as condições da decisão, que determinava que o encontro com os parentes deveria ocorrer em um quartel das Forças Armadas. Além disso, a liminar foi deferida quando o velório tinha começado.

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