Política

Deputados torcem por Simone e terceiro ministério de MS no governo Bolsonaro

Os deputados estaduais revelaram nesta quinta-feira (9) torcer pela indicação da senadora Simone Tebet (MDB) ao Ministério da Integração Nacional e emplacar o terceiro ministro de Mato Grosso do Sul no governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Correligionário, Márcio Fernandes disse que caso confirmada a indicação, Simone deve aceitar o convite. “Pelo que eu ouvi […]

Evelin Cáceres Publicado em 09/05/2019, às 13h33 - Atualizado às 17h43

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Os deputados estaduais revelaram nesta quinta-feira (9) torcer pela indicação da senadora Simone Tebet (MDB) ao Ministério da Integração Nacional e emplacar o terceiro ministro de Mato Grosso do Sul no governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Correligionário, Márcio Fernandes disse que caso confirmada a indicação, Simone deve aceitar o convite. “Pelo que eu ouvi falar é isso mesmo que está acontecendo, mas vamos aguardar com cautela. Essa deve ser uma decisão rápida do governo”, disse.

Coronel David (PSL) acredita que a indicação demonstra a sensibilidade do governo para questões levadas à União. “É muito bom ver que o Estado é mais uma vez lembrado para ocupar um ministério. Simone tem experiência na gestão pública e pode ocupar esse cargo com a relevância que merece”, pontuou.

Mesmo após a senadora divulgar um vídeo criticando posicionamentos do governo federal, o deputado do PSL acredita que o governo está sensível aos questionamentos. “Não vejo nem como crítica, mas como a opinião de uma pessoa que viu algo que acontece fora do governo e que acaba prejudicando as questões políticas’, declarou.

Lídio Lopes (Patri) disse acreditar na competência de Simone. “Mato Grosso do Sul representa apenas 1% do eleitorado nacional e tem a possibilidade de ter três ministros. Isso é louvável”, destacou.

Aliados apontam que Simone teria deixado de disputar as eleições estaduais para tentar a presidência do Senado, que seria seu grande sonho ocupar o mesmo cargo que o pai, senador Ramez Tebet, conquistou.

Por outro lado, a renúncia dela à presidência do Senado teria sido vista com bons olhos pelo Planalto, que deu sinais de preferir um nome do MDB para pasta. A indicação deve ficar à critério de Alcolumbre e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, seu correligionário.

Jornal Midiamax