Política

Com alta da UTI, Bolsonaro caminha e faz exercícios no hospital

O presidente Jair Bolsonaro teve alta nesta quarta-feira (30) da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) onde estava desde a cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal, feita há dois dias. Ele fez duas caminhadas, além de exercícios ergométricos e de fisioterapia – físicos e respiratórios. Por enquanto, as visitas estão restritas. Bolsonaro evita conversar e falar. […]

Agência Brasil Publicado em 30/01/2019, às 17h36 - Atualizado em 31/01/2019, às 10h21

(Foto: Reprodução/Twitter)
(Foto: Reprodução/Twitter) - (Foto: Reprodução/Twitter)
Com alta da UTI, Bolsonaro caminha e faz exercícios no hospital
Jair Bolsonaro antes da cirurgia. (Foto: Reprodução/Twitter)

O presidente Jair Bolsonaro teve alta nesta quarta-feira (30) da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) onde estava desde a cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal, feita há dois dias. Ele fez duas caminhadas, além de exercícios ergométricos e de fisioterapia – físicos e respiratórios. Por enquanto, as visitas estão restritas. Bolsonaro evita conversar e falar.

O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, afirmou que o presidente deve se reunir com ministros por videoconferência, no gabinete provisório, organizado no Hospital Israelita Albert Einstein. Segundo ele, Bolsonaro está usando o celular e acompanhando o noticiário.

Momentaneamente, o presidente deverá escrever e, não falar, para transmitir suas orientações aos ministros e assessores. O porta-voz não mencionou a possibilidade de reunião de Bolsonaro com os ministros de Minas e Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional na quinta-feira (31).

Rêgo Barros disse ainda que Bolsonaro “segue em boa evolução”, sem sangramentos, disfunções orgânicas, febre nem sinais de infecções. Segundo o porta-voz, o presidente está em jejum oral e aos poucos vai passar a ser alimentado. Por enquanto ele está recebendo alimentação por via endovenosa.

A cirurgia e internação do presidente, segundo o porta-voz, serão pagas por meio de convênio que a Presidência da República mantém com o HFA (Hospital das Forças Armadas).

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