Política

Bolsonaro nega novo imposto e destaca MP econômica em live

Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) desmentiu a criação de um novo imposto por seu Governo e destacou a MP (Medida Provisória) da liberdade econômica editada por ele para reduzir a burocracia. A transmissão semanal foi feita durante encontro de evangélicos em Camboriú (SC) e após ter gravado participação no programa de […]

Danúbia Burema Publicado em 02/05/2019, às 19h06 - Atualizado às 19h06

Foto. Reprodução Facebook
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Em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) desmentiu a criação de um novo imposto por seu Governo e destacou a MP (Medida Provisória) da liberdade econômica editada por ele para reduzir a burocracia. A transmissão semanal foi feita durante encontro de evangélicos em Camboriú (SC) e após ter gravado participação no programa de Silvio Santos.

“Não existe por parte do Governo Federal nenhuma hipótese de criar um novo imposto, como foi divulgado pela mídia que estaríamos criando um novo imposto para igrejas”, afirmou o presidente, ao lado do empresário Luciano Hang, dono das Lojas Havan.

O empresário elogiou a equipe econômica do Governo Federal pelo ‘belo trabalho’ feito com a medida provisória. “Só vamos conseguir fazer o Brasil crescer, desenvolver e gerar emprego através do liberalismo econômico”, afirmou Hang, defendendo incentivos para que empresários tenham mais confiança e vontade de investir no Brasil.

Venezuela

Na transmissão, Bolsonaro declarou que “a Venezuela ainda é um problema para o Brasil” e frisou que a instabilidade política no País vizinho interfere no preço do petróleo e traz consequências para o Brasil. “Nós faremos todo o possível dentro do nosso limite para que a Venezuela volte à normalidade”, adiantou.

Ele negou, entretanto, que tenha liberado recursos para resolver os problemas no País, explicando que os mais de R$ 200 milhões enviados foram destinados a atender o Exército.

Sobre política externa, o presidente também mencionou a situação da Argentina, demonstrando preocupação com retorno da presidente anterior ligado à esquerda. “Espero que nossos irmãos argentinos se conscientizem disso: se o Macri não está indo bem, paciência, tem que esperar ou escolher alguém na linha dele”, defendeu. Apesar das opiniões, ele afirmou que “ninguém vai se envolver em questões fora do País”.

Antes do encerramento, Bolsonaro também falou sobre a permanência do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) no Ministério da Justiça ao invés de seu eventual retorno do Ministério da Economia. “No que depender de nós ele fica no Ministério da Justiça e Segurança”, defendeu o presidente, defendendo que o órgão representa uma ferramenta para combater lavagem de dinheiro e corrupção. A próxima transmissão do presidente será na quinta-feira (9).

Jornal Midiamax