‘Valeu a pena resistir’: após 1 ano, Marun ataca delação da JBS e defende Temer

Há um ano, em 17 de maio de 2017, veio à público o conteúdo da delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, com revelações que abalaram as estruturas da República e implicaram diversos político, entre eles o próprio presidente da República, em supostos esquemas de corrupção. O ministro Carlos Marun (MDB) lembrou a data […]
| 17/05/2018
- 15:23
‘Valeu a pena resistir’: após 1 ano, Marun ataca delação da JBS e defende Temer

Há um ano, em 17 de maio de 2017, veio à público o conteúdo da delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, com revelações que abalaram as estruturas da República e implicaram diversos político, entre eles o próprio presidente da República, em supostos esquemas de corrupção. O ministro Carlos Marun (MDB) lembrou a data e voltou a criticar os empresários da JBS.

O ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República chamou a delação de ‘Conspiração Asquerosa’, que ‘tentou depor’ o presidente (MDB), “a partir do vazamento de uma versão mentirosa de uma gravação ilegal feita por um criminoso orientado por setores da então cúpula da PGR (Procuradoria-Geral da República)”.

“O presidente resistiu, todavia os prejuízos para o Brasil foram imensos e materializados (na) não aprovação da imprescindível modernização da nossa Previdência”, declarou Marun.

Na opinião do emedebista, deputado federal licenciado, ‘valeu a pena resistir’, já que o país, segundo ele, ‘retomou’ o caminho do crescimento. “O governo aprendeu a navegar na tempestade”, frisou.

“A CPI da JBS praticamente comprovou tudo que estou afirmando, todavia, infelizmente, os responsáveis por esta tentativa de Golpe de Estado continuam impunes e a verdade sobre estes fatos ainda não foi devidamente revelada ao Brasil”, argumentou Carlos Marun.

Consequências

O Jornal Folha de São Paulo divulgou um levantamento nesta quinta-feira (17), que mostra que a delação dos executivos da J&F já resultou em 91 inquéritos sobre a participação de políticos, como Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG), em supostos esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro, caixa dois e organização criminosa.

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