Puccinelli não divulga agenda e se cala sobre greve dos caminhoneiros

  O Jornal Midiamax iniciou a divulgação das agendas políticas dos pré-candidatos ao governo estadual já anunciados pelos partidos, e também quer ouví-los sobre temas pontuais e relevantes, como a greve dos caminhoneiros. O ex-governador André Puccinelli, pré-candidato do MDB ao Governo do Estado, foi procurado, por meio de sua assessoria, no começo da manhã […]
| 28/05/2018
- 14:49
Puccinelli não divulga agenda e se cala sobre greve dos caminhoneiros

 

O Jornal Midiamax iniciou a divulgação das agendas políticas dos pré-candidatos ao governo estadual já anunciados pelos partidos, e também quer ouví-los sobre temas pontuais e relevantes, como a greve dos caminhoneiros.

O ex-governador André Puccinelli, pré-candidato do MDB ao Governo do Estado, foi procurado, por meio de sua assessoria, no começo da manhã desta segunda-feira (28), para comentar a atual crise de abastecimento causada pela greve dos caminhoneiros, mas não se pronunciou até o fechamento da matéria, tampouco divulgou compromissos de pré-campanha.

Opinião

Pré-candidato ao governo do Estado pelo PDT, Odilon Oliveira divulgou um vídeo neste domingo (27) em apoio à greve dos caminhoneiros e culpando o governo do Estado e de Temer pela situação.

“Esta é a imagem do descalabro. Quem carrega o país pelas suas estradas tomou a frente deste movimento que é legítimo e necessário. A situação de calamidade que o Brasil se encontra tem como culpados diretos o PMDB de Temer e PSDB que está no governo de Mato Grosso do Sul”, disparou.

Para Odilon, não é mais possível que o valor do combustível esteja atrelado ao preço do mercado internacional. “É preciso, por exemplo, repensar o ICMS sobre o combustível e isso é da conta do governo do Estado de Mato Grosso do Sul. É preciso reivindicar e ter a consciência de que não há saída fora da democracia e fora do processo eleitoral”.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB), pré-candidato à reeleição, afirmou que não concorda com a política de preços dos combustíveis da Petrobras que repassa ao consumidor final, baseado nas flutuações do câmbio e preço do barril de petróleo.

O pré-candidato à governador do Estado João Alfredo Daniezi (PSOL) declarou que é “solidário à greve dos caminhoneiros”, principalmente por conta da pauta tributária. Segundo o socialista, o contribuinte paga “uma carga tributária absurda”, e não vê retorno.

“Nós estamos solidários à greve dos caminhoneiros, já que a sociedade civil de uma forma geral não teve a coragem que eles estão tendo”, declarou o representante do PSOL ao pleito do governo estadual.

“O que está em jogo não é só o preço do combustível, e sim a indignação do caminhoneiro como brasileiro em relação ao que está acontecendo no país”, afirmou ainda Daniezi. Para o pré-candidato, a greve é necessária apesar do incômodo causado a parte da população.

Para o pré-candidato ao governo do Estado, Humberto Amaducci (PT), a greve dos caminhoneiros, que já dura oito dias, expõe como o atual governo do presidente Michel Temer (MDB) não tem diálogo.

“Infelizmente o governo não tem diálogo, pra chegar a esse ponto você percebe a falta de preparo desse governo para dialogar” afirmou Amaducci. “A gente percebe que, depois do golpe que aconteceu, o prejuízo à classe trabalhadora tem sido enorme”.

“Na realidade nós estamos vivendo um momento de desgoverno” declarou o petista. “Pras coisas voltarem ao seu eixo, a gente tem que ter um processo eleitoral que o povo escolha quem serão seus representantes”, prosseguiu Amaducci.

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A medida vale até o julgamento do mérito do requerimento de registro da candidatura, do qual o ministro é o relator

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