Política

Decisão do TSE já era esperada e piora imagem do Brasil no exterior, diz Zeca do PT

O ex-governador e candidato ao Senado Federal, Zeca do PT, recebeu sem surpresas o resultado do julgamento da candidatura do ex-presidente Lula pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Por 6 votos a 1, o plenário da corte decidiu barrar a candidatura de Lula. O julgamento terminou na noite desta sexta-feira (31). Para o petista, a decisão […]

Maisse Cunha Publicado em 01/09/2018, às 09h41 - Atualizado às 09h58

(Foto: Arquivo/Midiamax)
(Foto: Arquivo/Midiamax) - (Foto: Arquivo/Midiamax)

O ex-governador e candidato ao Senado Federal, Zeca do PT, recebeu sem surpresas o resultado do julgamento da candidatura do ex-presidente Lula pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Por 6 votos a 1, o plenário da corte decidiu barrar a candidatura de Lula. O julgamento terminou na noite desta sexta-feira (31).

Para o petista, a decisão já era esperada “porque já sabemos de toda articulação para inviabilizar a candidatura do Lula e injusta porque não se tem absolutamente nenhuma prova contra os crimes que lhe são imputados”.

Além disso, segundo o ex-governador, o resultado piora ainda mais a imagem do Brasil no exterior, já que o Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), solicitou que o governo brasileiro garanta a Lulado exercício de seus direitos políticos de concorrer às eleições em outubro.

“Muito ruim para a imagem do Brasil no exterior, cada vez pior na medida em que o mundo percebe que aqui a democracia é para alguns e não para todos”, afirmou Zeca do PT ao Midiamax na manhã deste sábado (1).

No julgamento, o TSE ainda deu prazo de 10 dias para que o Partido dos Trabalhadores modifique o registro de candidatura. Com a decisão, a tendência é que a sigla lance a candidatura do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), com a deputada Manuela D’ávila (PCdoB) como vice.

No entanto, Zeca acredita que ainda é cedo para a modificação na chapa. “Vamos esperar uma definição da direção nacional, mas a tendência é insistir nos recursos provando e insistindo na tese da inocência do Lula e no seu direito de ser candidato”, conclui.

Jornal Midiamax