Política

Bomba assustou eleitores em escola de Campo Grande

Os policiais militares que prenderam o serralheiro Vander Acunha Jarcem, de 33 anos, disseram que a bomba que ele soltou em frente à escola assustou os eleitores que estavam no local de votação. O sargento R. Alexandre disse que o serralheiro estava visivelmente embriagado às 8h e gritava pedindo para que as pessoas não votassem […]

Patrícia Penzin Publicado em 28/10/2018, às 13h04 - Atualizado às 21h24

(Foto: Marcos Ermínio)
(Foto: Marcos Ermínio) - (Foto: Marcos Ermínio)

Os policiais militares que prenderam o serralheiro Vander Acunha Jarcem, de 33 anos, disseram que a bomba que ele soltou em frente à escola assustou os eleitores que estavam no local de votação.

O sargento R. Alexandre disse que o serralheiro estava visivelmente embriagado às 8h e gritava pedindo para que as pessoas não votassem no Bolsonaro porque o candidato implantaria a pena de morte para qualquer criminoso. “Ele veio, fez uma bagunça, foi embora e depois voltou”, contou o policial.

Quando voltou, Vander soltou uma bomba em frente à escola e o barulho, muito alto, assustou quem estava no local. O homem se aproveitou da fumaça branca que ficou no ambiente e fugiu correndo. “Deu um trabalho danado para segurar ele”, disse o sargento.

Durante a sua detenção, o homem disse que não havia feito nada errado, que era trabalhador. Ele resistiu à prisão e dois policiais tiveram que imobilizá-lo para conseguir algemá-lo e colocá-lo dentro da viatura.

O sargento contou que chegou a ser ferido durante a prisão do serralheiro e mostrou o braço arranhado.

O homem foi levado para a sede da Polícia Federal e assinou um Termo de Compromisso de Comparecimento e deve se apresentar à Justiça Eleitoral no dia 9 de novembro.

Jornal Midiamax