Política

Para acabar com ‘puxadinhos’, reforma de prédio da Câmara deve começar em julho

Ainda não há orçamento do custo da obra

Aliny Mary Dias Publicado em 06/06/2017, às 17h44

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Ainda não há orçamento do custo da obra

Deve ser iniciada no mês que vem uma reforma que promete acabar com os “puxadinhos” no prédio da Câmara Municipal de Campo Grande, localizada na Avenida Ricardo Brandão. De acordo com o presidente João Rocha (PSDB), ainda não há previsão de quanto será gasto na obra, que deve ocorrer em grande parte durante o recesso legislativo que inicia no dia 16 de julho.

O vereador disse ao Jornal Midiamax que o prédio está há mais de 20 anos sem reforma, e que apenas reparos foram feitos. A principal mudança ocorreu quando a Casa passou a abrigar 29 vereadores, a partir das eleições de 2012. Para que os novos parlamentares tivessem gabinete, adequações foram feitas e os tais “puxadinhos” criados.

Nesta terça-feira (6), João Rocha afirmou que a ideia é estabelecer “um novo fluxo na Casa”. Atualmente, há gabinetes no primeiro e segundo pavimento do prédio assim como trabalhadores do setor administrativo e financeiro.

Depois da reforma, os gabinetes dos vereadores ficarão na parte térrea do prédio e os setores administrativos e financeiro no andar de cima. Também haverá área destinada ao trabalho da imprensa.

“Todo mundo vai estar nos seus respectivos lugares de forma mais transparente. Não terá aquelas salas fechadas. Vamos modernizar a Câmara como um todo”, disse João Rocha.

A expectativa é que a reforma dure mais do que os 15 dias do recesso legislativo, por isso, as obras devem continuar mesmo depois do reinício dos trabalhos. Para evitar que as sessões sejam interrompidas, o presidente prevê que a parte mais “pesada” da obra seja feita durante os 15 dias de recesso.

Para acabar com 'puxadinhos', reforma de prédio da Câmara deve começar em julho

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