Política

Estado deve convocar mais 100 do concurso da Sefaz-MS até fim de abril

Governo deve chamar 35 auditores e 70 fiscais

Ludyney Moura Publicado em 07/04/2016, às 10h05

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Governo deve chamar 35 auditores e 70 fiscais

Enquanto o Estado analisa proposta da União que pode impedir contratações por dois anos, a Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) pode contratar mais 105 servidores do Fisco estadual até o final deste mês. A informação foi dada pelo deputado estadual Amarildo Cruz (PT).

“Servidor do Fisco sempre é investimento. Ele acaba controlando, monitorando, fiscalizando, tributando e arrecadando de um número maior de empresas, prestando um serviço mais efetivo e o Estado tem um controle maior, principalmente no combate à sonegação fiscal e aumento da arrecadação”, disse o deputado.Estado deve convocar mais 100 do concurso da Sefaz-MS até fim de abril

Amarildo revela que a intenção do governo é nomear ao menos 35 Auditores Fiscais da Receita Estadual e 70 Fiscais do Tributo Estadual. O Fisco abrange profissionais da ‘Carreira Tributação, Arrecadação e Fiscalização’.

O concurso, ainda válido da Sefaz, chegou a ser suspenso depois que o MPE (Ministério Publico Estadual) apontou irregularidades no certame. Todavia, a Justiça liberou o andamento do processo e novos servidores poderão ser convocados por este concurso.

“Sempre defendi contratação, até porque está tendo número grande aposentadoria. E porque aumenta a demanda e é preciso um controle maior. A fiscalização é feita por sistema de controle, e para monitorar empresas de segmentos importantes com participação forte na arrecadação, é preciso gente qualificada”, argumentou Amarildo.

No encontro que o parlamentar teve com o titular da Sefaz, Marcio Monteiro (PSDB), o tucano também lhe informou que o governo estadual desistiu da ideia de fechar cerca de 50 Agências Fazendárias de municípios do interior. 

A intenção da administração estadual, segundo o parlamentar petista, é acelerar o processo de convocação dos aprovados no concurso antes da definição do governo em relação à proposta de renegociação da dívida com a União, que proibiria o governo de fazer novas contratações por dois anos. 

Jornal Midiamax