Política

Após confusão na Câmara, João Rocha pede reforço da Guarda Municipal

Dezenove guardas fazem segurança da Câmara na sessão de hoje

Joaquim Padilha Publicado em 10/05/2016, às 14h34

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Dezenove guardas fazem segurança da Câmara na sessão de hoje

A sessão desta terça-feira (10) da Câmara Municipal começou com um número maior de guardas municipais do que as últimas sessões, depois de o presidente da Casa, vereador João Rocha (PSDB), solicitar à Prefeitura o reforço do contingente de agentes da guarda, que fazem a segurança do prédio.

A sessão de hoje começou com pelo menos 19 guardas fazendo a segurança da Câmara, quinze a mais do que na sessão de quinta-feira (5), quando houve um confronto entre apoiadores do prefeito Alcides Bernal (PP) e servidores municipais que apoiavam o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande).

Na ocasião de quinta-feira, o jornalista e radialista Élcio Pinheiro foi agredido após, segundo ele, tentar apartar uma briga iniciada entre os servidores e os pró-Bernal, que foram à Câmara pedir uma representação contra o vereador Roberto Durães (PSC).

Na sessão de hoje, mais apoiadores do prefeito pedem a cassação de Durães. Alguns manifestantes presentes começaram a ironizar os vereadores oferecendo cafézinho, em alusão a Operação Coffe Break. O vereador Airton Saraiva (DEM) chegou a discutir com alguns dos manifestantes e pediu respeito ao regimento da Casa. Os agentes da guarda municipal se posicionaram em frente ao plenário, durante discurso do presidente da Campo Grande Convention & Visitors Bureau, Marcelo Bozza, sobre a situação do turismo em Campo Grande.

O vereador Chiquinho Telles afirmou que a falta de controle e brigas prejudicam o ambiente da Câmara, mas que o presidente da Casa já estaria tomando previdências, e reiterou a ideia de João Rocha de contratar seguranças particulares. "Se a prefeitura não vier, acho que temos que fazer contrato com algum particular", disse.

Jornal Midiamax