Política

Vereadora critica folga extra de servidores na próxima segunda

Parlamentar diz que ato é ilegal

Midiamax Publicado em 08/08/2015, às 09h49

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Parlamentar diz que ato é ilegal

A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) usou o Facebook para protestar contra o ponto facultativo dado pelo prefeito Gilmar Olarte (PP) e por demais prefeitos de Mato Grosso do Sul por conta da paralisação que vão fazer na segunda-feira (10), em protesto contra o governo federal.

A vereadora considera o ato inaceitável e ilegal, avaliando que um protesto não pode parar o País. “O serviço público regular é um direito do cidadão contribuinte que não quer ser prejudicado por reivindicação do administrador público. O prefeito pode se manifestar, mas sem prejudicar os pais que precisam deixar os filhos no Ceinf para trabalhar, ou as pessoas que têm exame ou consulta médica marcada e que estão esperando há meses por este atendimento”, criticou.

Na avaliação da vereadora, o ponto facultativo é feriado sem base legal. “repudio a ação do prefeito, que seguramente voltará a ouvir as vaias de ontem porque o cidadão está cansado de tantos prejuízos causados por uma administração que só anda na contramão”, protestou.

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), aderiu ao protesto dos chefes dos Executivos sul-mato-grossenses e declarou ponto facultativo às repartições municipais na próxima segunda-feira, quando será o lançamento da Campanha de Conscientização da População acerca da crise que assola as gestões das cidades. Conforme publicação do Diário Oficial desta quarta-feira (5) o disposto não se estende às unidades e serviços considerados essenciais no atendimento ao cidadão.

A campanha será lançada às 9 horas na sede da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e segundo o presidente, prefeito de Nova Alvorada do Sul, Juvenal Neto (PSDB), 95% dos prefeitos também declararão ponto facultativo e virão à reunião em busca de soluções à crise econômica. Juntos, os gestores vão entregar carta à bancada federal pedindo ajuda na pressão ao governo federal para liberação de repasses.

Jornal Midiamax