Política

Vereador trabalha para evitar fusão e reforma de Olarte pode ser cancelada

Fusão desagrada aliados do prefeito

Midiamax Publicado em 03/07/2015, às 11h01

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Fusão desagrada aliados do prefeito

O prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), deve desistir da ideia de fazer uma fusão de secretarias para a anunciada reforma política. O desejo do prefeito esbarra no interesse de vereadores e de secretários, que são contra a mudança.

O vereador João Rocha (PSDB), por exemplo, indicou José Amâncio para a Fundação Municipal  do Esporte (Funesp) e é contra a fusão. “Estamos perto de uma olimpíada no Brasil e temos é que fazer uma reestruturação na Funesp. Precisamos de estrutura para sair do provincianismo” justificou.

O vereador ainda não conversou com o prefeito sobre a possível fusão, mas já conversa com secretários para falar da necessidade de manter a fusão. O vereador Coringa (PSD) é outro que pode ser atingido pela mudança. Ele indicou a secretária da Juventude para o cargo, mas diz que ainda não conversou com o prefeito sobre possível fusão, apesar de ser contra.

Recentemente, Olarte nomeou Marcos Hoker para a Fundação de Cultura de Campo Grande, o que só aumentou os rumores sobre a desistência da fusão. Porém, o líder do prefeito, Edil Albuquerque (PMDB), ressalto que com a saída de Rodrigo Pimentel o prefeito precisaria de alguém no comando da Fundac.

Olarte também deve encontrar dificuldade na fusão da secretaria de Planejamento e Finanças com a Secretaria de Receita. O titular da secretaria de Planejamento, André Scaff, é contra a mudança, por entender que os cargos são técnicos e pouco interferem na despesa da prefeitura, motivo principal para a possível fusão.

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