Política

Ronaldo Chadid sugere que governo desista de processo sobre indicação de Arroyo ao TCE

Se não houver desistência, processo de aposentadoria de Cabral vai ser concluído após fim na Justiça

Midiamax Publicado em 01/01/2015, às 19h51

None
ronaldo_chadid.jpg

Se não houver desistência, processo de aposentadoria de Cabral vai ser concluído após fim na Justiça

O conselheiro Ronaldo Chadid sugeriu que o novo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) desista do processo da indicação do deputado estadual Antônio Carlos Arroyo (PR) para a vaga do conselheiro José Ricardo Cabral. Ele que estava na presidência do TCE (Tribunal de Contas do Estado) disse que o processo foi fraudulento.

“O novo governador pode desistir do processo ou deixar correr na Justiça, já que quem entrou com processo foi o ex-governo”, afirmou o conselheiro durante a posse do seu irmão José Chadid como vereador na Câmara de Campo Grande na tarde desta quinta-feira (1º).

Segundo o conselheiro, o processo aconteceu quando ele fez uma viagem oficial que durou sete dias. “Fiquei sabendo quando estava em Porto Alegre (RS) numa viagem oficial. Quando cheguei o processo paralelo que foi fraudulento já tinha sido concluído”, pontuou Chadid.

Isto porque José Ricardo já tinha iniciado o processo de aposentadoria. “O processo original estava na minha mesa e com prazo para receber”, completou. Mas durante a viagem de Chadid foi iniciado outro processo de aposentadoria do conselheiro assinado pelo então governador André Puccinelli (PMDB) que indicou Arroyo para a vaga. Depois de aprovada a indicação na Assembleia Legislativa, Puccinelli Publicou mesmo com parecer contrário do TCE.

Logo após o retorno, Chadid fez uma sessão do tribunal pleno e a conselheira Marisa Serrano foi a relatora e detectou dois erros: impedimento do conselheiro em despachar no processo que trata de interesse próprio e pelo fato de que o processo de aposentadoria não poderia ter sido despachado ao governador, André Puccinelli (PMDB).

Jornal Midiamax