Política

Para Moka, Governo Federal deve tomar medidas urgentes para não beirar o irreversível

Senador ajudará na busca por soluções

Jessica Benitez Publicado em 06/08/2015, às 21h51

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Senador ajudará na busca por soluções

Entre os senadores mais assíduos no último semestre, Waldemir Moka (PMDB), vê com preocupação a baixa popularidade da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e acredita que se não houverem medidas urgentes o prejuízo causado pela crise que se instalou no Brasil pode beirar o irreversível.

De acordo com pesquisa feita pelo instituto Datafolha, a petista apresenta 71% de reprovação por parte da população, superando as piores taxas registradas pelo ex-presidente Fernando Collor de Melo (PSDB) às vésperas do impeachment que sofreu nos anos 90.

“(A rejeição) é inegável. Neste momento há um grau muito grande de insatisfação, ressaltada pela crise econômica instalada. O país não vê perspectiva e o nosso papel é ter maturidade e encontrar solução. Pensar no Brasil antes de qualquer coisa”, disse o peemedebista.

Para ele, Dilma que ampliar o leque de pessoas com as quais mantém diálogo. “Ela conversa sempre com os mesmos interlocutores. Tem que começar a ouvir outros segmentos e caminhar para uma solução. Até mesmo porque se ela não tomar uma série de medidas vamos beirar um grau de perda de investimento e isso não é uma coisa que se pode brincar”, completou.

Amostragem – No levantamento anterior, realizado pelo Datafolha em junho, 65% dos entrevistados viam o governo Dilma como ruim ou péssimo. O grupo dos que consideram a atuação da petista ótima ou boa variou para baixo, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em junho, 10% dos consultados pelo instituto mantinham essa opinião. Agora, são 8%.

O cenário piorou para a presidente Dilma também no que diz respeito a um eventual pedido de impeachment. Questionados se o Congresso deveria abrir um procedimento formal de afastamento, 66% dos entrevistados disseram que sim. No levantamento anterior, realizado em abril, eram 63%.

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