Política

Orçamento menor para 2016 não deve prejudicar a Capital, dizem vereadores

A previsão é queda de 5,94% na Lei Orçamentária

Evelin Cáceres Publicado em 06/10/2015, às 15h59

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A previsão é queda de 5,94% na Lei Orçamentária

Entregue na última quarta-feira (30) o projeto de Lei Orçamentária para Campo Grande, com estimativa de R$ 3.454.073.000,00, ou seja, 5,94% menor que em 2015, não representaria um atraso nas obras e serviços para a Capital, segundo análise dos vereadores nesta terça-feira (6).

Na prática, uma redução de R$ 217 milhões. Para Eduardo Romero (PTdoB), é uma projeção do orçamento, que pode significar menos investimentos públicos e que precisam ser adequados às demandas da sociedade.

Thais Helena (PT) destacou que a qualidade dos investimentos deve melhorar para que o orçamento atenda a população. “Podemos diminuir a quantidade de cimento, ou seja, as obras, e melhorar os serviços que atendem a população”.

A vereadora destacou que o momento é de crise e que todos tem que colaborar, trabalhando com o dinheiro possível e previsto.

A peça orçamentária apresenta os índices de investimento em Saúde – 34,27% (R$ 1.183.864.441,00), em Educação – 22,16% (R$ 765.469.386,00), em Transporte – 14,07% (R$ 486.033.036,00), em Urbanismo – 6,64% (R$ 229.398.258,00), em Previdência Social – 7,68% (R$ 265.149.119,00), em Assistência Social – 1,40% (R$ 48.522.136,00), em Segurança Pública – 1,11% (R$ 38.395.783,00), em Habitação – 0,70% (R$ 24.337.013,00), em Cultura – 0,52% (R$ 17.996.516,00), em Desporto e Lazer – 0,35% (R$ 12.188.178,00) e nas demais funções – 11,45% (R$ 382.719.134,00).

A previsão de gasto com pessoal é de R$ 1.554.805.000,00 (um bilhão e quinhentos e cinquenta e quatro milhões e oitencentos e cinco mil reais), representando 45,01% do orçamento.

Jornal Midiamax