Política

Guarda abandona prédios públicos para atuar nas ruas, reclamam vereadores

'Falta efetivo e há desvio de função na corporação'

Midiamax Publicado em 14/04/2015, às 15h29

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‘Falta efetivo e há desvio de função na corporação’

A atuação da Guarda Civil Municipal de Campo Grande foi alvo de críticas na Câmara Municipal nesta terça-feira (14). Segundo vereadores, a corporação não tem estrutura para atuar nas ruas e nos prédios públicos, o que resulta em maior número de casos de depredações e invasões.

“Sou a favor da Guarda em todos os aspectos, mas não podemos colocar os guardas na rua e abandonar os prédios públicos”, disse Carlão (PSB). Segundo ele, não há efetivo suficiente para  atuar nas duas frentes.

Na visão de Luiza Ribeiro (PPS), “a Guarda faz papel de polícia sem receber como polícia”. Segundo ela, ações como videomonitoramento são insuficientes para coibir a criminalidade.

Sobrou para o chefe da corporação, o secretário municipal de Segurança, Valério Azambuja. “É competente, mas está desviando a função da Guarda. A população está começando a criar ódio da Guarda por causa de certos comandos”, emendou Chiquinho Telles (PSD), analisando o risco de guardas municipais morrerem por conta disso.

Um dos problemas mais recentes envolvendo a Guarda Municipal ocorreu na base operacional da antiga rodoviária. Na madrugada de 3 de abril, policiais militares foram ao local averiguar denúncia de agressão e deram voz de prisão a alguns guardas, resultando em confusão entre eles, parando todo mundo em uma delegacia.

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