Política

Engenheiro preso é ouvido no MPE e advogado afirma que ele é inocente

Nove prisões foram decretadas hoje pela manhã

Jessica Benitez Publicado em 10/11/2015, às 21h00

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Nove prisões foram decretadas hoje pela manhã

O engenheiro Maxwell Thomé Gomez foi o primeiro a prestar depoimento após prisão de nove pessoas na manhã desta terça-feira (10) devido a prejuízo de, no mínimo, R$2,9 milhões aos cofres públicos referentes a obra paga e não executada. O advogado do depoente, Douglas Spitvendergn, considerou as quatro horas de fala positivas, já que assegura inocência do cliente. Ouvido no MPE (Ministério Público Estadual).

Ele entrará com pedido de revogação de prisão amanhã e na hipótese de não ser atendido pela Justiça tentará habeas corpus. “Vou tentar só amanhã porque é muito difícil conseguir hoje”, explicou. Ele garante que Maxwell não tem relação com o desvio de verba.

Além dele, foram presos o ex-secretário de Obras e ex-deputado federal Edson Giroto, o empresário proprietário da Proteco Engenharia João Amorim, sua secretária Elza Cristina Araújo dos Santos, Maria Wilma Casanova Rosa, Rômulo Tadeu Menossi, Wilson Cabral Tavares e Wilson Roberto Mariano de Oliveira.

A força-tarefa é um desmembramento estadual da Lama Asfáltica, que investiga suposto esquema de desvio de verbas públicas em diferentes esferas do poder público. Segundo o MPE (Ministério Público Estadual) a apuração constatou desvio de verbas públicas que, de acordo com estimativas iniciais, teria ocasionado um prejuízo de R$ 2.962.136,00 aos cofres públicos, em razão do pagamento de obras não executadas em estradas estaduais.

Jornal Midiamax