Em seis meses de governo secretário analisa que Seinfra está construindo legado

Seinfra está finalizando as licitações para restauração das rodovias
| 03/07/2015
- 00:53
Em seis meses de governo secretário analisa que Seinfra está construindo legado

Seinfra está finalizando as licitações para restauração das rodovias

Há seis meses o governador Reinaldo Azambuja () assumiu o executivo estadual e com ele tomaram posse 14 secretários. Em uma analise sobre o que está sendo feito o responsável pela Seinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura), Marcelo Miglioli (PSDB), disse que está fazendo um legado no Estado.

De acordo com Miglioli o 1º Programa de Governo, ‘Obras Inacabadas Zero’, é um grande legado para o Governo do Estado. Com o programa devem ser concluídas todas as obras inacabadas de Mato Grosso do Sul que de acordo com o governo são mais de 190. “Estamos dando continuidade e iremos finalizar tudo que foi deixado pela gestão anterior, pois acreditamos que obra parada é um prejuízo para a sociedade”.

Ainda de acordo com o secretário a expectativa do Governo é concluir em 2015 até 80% das obras. “Serão necessários de R$ 160 a R$ 180 milhões, além do que já se tem em caixa, para  a conclusão de todas as obras”.

Fora as obras inacabadas a Seinfra está finalizando as licitações para o projeto de restauração das rodovias. “Junto com o governador vamos elencar as rodovias a serem pavimentadas”. A pasta já entregou as instalações da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) conforme o planejamento do mês de janeiro.

“A inauguração oficial será no final de julho para que a Universidade possa se equipar com os mobiliários. Com relação ao Aquário do Pantanal, uma obra bastante complexa em virtude dos três contratos independentes contratualmente, mas que trabalham fisicamente dependendo um do outro, pretendemos entregar no final do ano”.

Entre as novidades que podem vim ao longo dos 3,5 anos de Governo que ainda restam está um pacote de saneamento. “A marca desse governo não é elencar obra prioritária, porque tudo é tratado como prioridade”, concluiu.

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