Política

Comissão de Ética da Câmara deve permanecer igual, avalia presidente

Declaração foi dada após recomendação do MPMS

Evelin Cáceres Publicado em 13/10/2015, às 15h25

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Declaração foi dada após recomendação do MPMS

Após o MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) enviar um ofício recomendando à Câmara de Campo Grande que somente deveriam participar da Comissão de Ética os vereadores que não prestaram depoimento em investigação sobre suposto esquema para a cassação do prefeito Bernal, na operação denominada Coffee Break, João Rocha (PSDB) disse nesta terça-feira (13) que ninguém deve ser afastado.

Segundo o presidente da Comissão, a recomendação do MP só reforça o que a Câmara já segue: ter membros não investigados. O parlamentar declarou que nenhum dos cinco membros está no processo de investigação e que nenhum prestou depoimento por ser investigado, mas sim como testemunha.

Entre os membros, estão o próprio João Rocha (PSDB), Chiquinho Telles (PSD) e Vanderlei Cabeludo (PMDB), que seriam testemunhas e, portanto, não precisariam ser afastados da Comissão. Além deles, fazem parte Ayrton Araújo (PT) e Herculano Borges (SD).

A comissão foi criada na Câmara após pressão do Ministério Público, que pediu providência frente a investigação dos vereadores: Mario Cesar (PMDB), Paulo Siufi (PMDB), Edil Albuquerque (PMDB), Airton Saraiva (DEM), Jamal (PR), Gilmar da Cruz (PRB), Chocolate (PP) e Edson Shimabukuro (PTB).

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