Política

Chegada de Azambuja traz novo candidato à presidente da Câmara a MS para pedir voto

Delgado pediu apoio de Azambuja para tentar chegar à presidência da Câmara Federal

Midiamax Publicado em 15/01/2015, às 15h34

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Delgado pediu apoio de Azambuja para tentar chegar à presidência da Câmara Federal

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) recebeu na manhã desta quinta-feira (15) a visita do candidato a presidente da Câmara Federal, Júlio Delgado (PSB/MG). Ele é o segundo candidato à presidente a vir ao Estado para pedir ajuda do governador. No final do ano passado André Puccinelli (PMDB) tinha recebido Eduardo Cunha (PMDB) também para pedir ajuda para chegar à presidência.

Além do apoio da bancada de MS, Delgado também quer ajuda de Azambuja com outros deputados próximos a ele. Delgado disse que saiu satisfeito da conversa com o governador, que lhe prometeu apoio. Ele afirmou que caso conquiste a presidência será o nono deputado de Mato Grosso do Sul em Brasília, tendo poder para ajudar mais.

O candidato está confiante que o apoio do PSDB, PV e PPS lhe garantirá pelo menos no segundo turno da disputa. Ele afirma que se a campanha fosse só em Mato Grosso do Sul, certamente  estaria muito bem.

Júlio Delgado vai contar com os votos de Tereza Cristina (PSB) e Márcio Monteiro (PSDB), que votará antes de se licenciar. Mas, ainda espera contar com apoio de outros deputados. Ele conversa, inclusive, com o deputado eleito, Dagoberto Nogueira (PDT) e até com peemedebistas como Geraldo Resende e Carlos Marun.

O candidato está certo que a eleição terá dois turnos e quer estar lá. Se eleito, pretende garantir uma independência do Legislativo, afirmando que é o único candidato independente, já que não tem ninguém indicado a cargos no Governo Federal.

Júlio adota o discurso do fim da polarização de PT e PMDB na presidência da Casa. Ele entende que a escolha do novo presidente será muito importante até para questões polêmicas, como julgamento de possíveis envolvidos em escândalos como o da Petrobras. Ele acredita que muita gente está de olho na escolha do novo presidente para poder fugir de uma eventual condenação.

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