Política

Chefe de gabinete de Olarte diz que processante é ilegal e atropela fatos

Matos afirma que prefeito não cometeu crime

Midiamax Publicado em 18/06/2015, às 11h44

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Matos afirma que prefeito não cometeu crime

O chefe de gabinete e cotado para assumir o posto de secretário de Governo de Gilmar Olarte (PP), Paulo Mattos, disse ao Midiamax na manhã desta quinta-feira (18) que a comissão processante proposta pela oposição descumpre ritos e se torna ilegal.

“Acredito que o processo tem cunho eleitoral e político. A oposição extrapolou os ritos e apresentou uma comissão processante sem fundamento claro e legal. Acreditamos que a maioria dos vereadores que tenham compromisso com Campo Grande, sem partidarizar e ir para lado pessoal ou partir pela vingança vai votar contra”, analisou.

O chefe de gabinete entende que a processante supera a questão de ser contra ou a favor, avaliando que se trata de uma questão de legalidade. “Ela atropela os fatos. É ilegal. Por isso, o prefeito está tranquilo. Não é nem uma questão de proteção ou contra ou a favor, mas questão de legalidade”, afirmou.

No entendimento de Mattos, a oposição extrapolou os ritos e apresentou uma comissão processante sem fundamento claro e legal. “Com o Bernal (ex-prefeito Alcides Bernal) a CPI comprovou delitos e, ai sim, abriu a processante e votou pelo afastamento. Neste caso, a comissão processante foi aberta sem cumprir ritos e tratando de assuntos que não têm comprovação. Não tem crime concluído e nem objeto”, justificou.

Apesar da tranquilidade, Mattos ressalta que não pode dizer o número de votos que terá para barrar a processante, visto que a decisão é individual. “Estamos trabalhando para esclarecer aos vereadores os pontos questionados e dar tranquilidade para que eles definam, dando oportunidade para defesa”, explicou.

Jornal Midiamax