Política

Bonassini nega liberdade e Olarte segue preso até meia noite

Prefeito afastado cumprirá totalidade do prazo de prisão temporária

Guilherme Cavalcante Publicado em 06/10/2015, às 22h23

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Prefeito afastado cumprirá totalidade do prazo de prisão temporária

O desembargador Luiz Claudio Bonassini da Silva indeferiu na tarde desta terça-feira (6) o pedido de revogação imediata da prisão prefeito afastado Gilmar Antunes Olarte, que seguia preso desde a última sexta-feira (2) na Companhia de Guarda e Escolta da Polícia Militar, no Complexo Penal de Segurança Máxima, em Campo Grande.

No processo, a defesa requereu “imediata revogação do decreto de prisão temporária”, visto que Olarte já prestou depoimento junto ao Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na manhã desta terça-feira (6), “respondendo a todas as indagações, de forma que não persistem os motivos da custódia”. No entanto, Bonassini indeferiu o pedido alegando que não há base legal.

“A prisão temporária tem prazo mínimo estipulado pela própria lei, sendo que, no caso, é de 05 (cinco) dias, o qual encontra-se em curso. Ainda que o Ministério Público tenha informado oficialmente que houve a tomada das declarações, não formulou nenhum pedido acerca do decreto de prisão provisória, de maneira que a manutenção da custódia até o final do dia de hoje é medida impositiva, ficando indeferido o pedido”, traz o despacho.

Com a decisão, Olarte segue preso até meia noite, quando vence o prazo de prisão temporária.

Jornal Midiamax