Política

“60 dias de picuinhas”, avalia oposição sobre volta de Alcides Bernal

Situação comemora mais diálogo com categorias 

Evelin Cáceres Publicado em 27/10/2015, às 14h40

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Situação comemora mais diálogo com categorias 

“Foram 60 dias de picuinhas, desprezo, tristeza e briga. Não temos nada para comemorar neste governo”, avaliou o vereador Chiquinho Telles (PSD) sobre a volta do prefeito Alcides Bernal a administração, que completa dois meses nesta terça-feira (27).

Carla Stephanini (PMDB) ironizou a data. “Infelizmente, esses 60 dias não são apaixonados”, em alusão à música que se consagrou nas vozes de Chitãozinho e Xororó, que fala sobre um amor deixado em Aparecida do Taboado.

“Deveriam ter sido dias pacificados, com a retomada do desenvolvimento. Mas o Bernal sempre procura ver o que o outro (Gilmar Olarte) deixou de fazer em vez de dizer o que ele está fazendo e, com isso, o tempo está passando. Parece que vamos chegar ao final dos quatro anos como começamos: estagnados”.

Paulo Siufi (PMDB) afirmou que para a Prefeitura não quebrar, não se pode ficar olhando para trás. “E nem ir à polícia falar mal daqueles que ele acabou de pedir apoio. Ele precisa estabelecer um novo tempo, mas não de falácias”. Siufi disse ainda que não deve comparecer a cerimônia realizada por Bernal de liberação das emendas dos vereadores nesta terça.

Peemedebista, Magali Picarelli discorda. “Pelas conversas que tenho mantido com ele, percebo que ao menos ele está tentando, se esforçando. Tem a falta de dinheiro na Prefeitura e isso dificulta tudo. Para tudo que vai fazer é preciso usar o dinheiro, mas vejo que ele se esforça para administrar”.

Cazuza (PP) avalia positivamente. “A Prefeitura foi assumida em uma situação caótica, com muitos fornecedores sem abastecer a tempos. Mesmo assim ele priorizou os diálogos e resolveu a situação com professores e médicos. Também ouvi dizer que ele vai retomar os serviços suspensos, pagando os fornecedores”, defendeu

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