Política

Audiência para ouvir testemunhas da morte de vereador de Alcinópolis é realizada nesta quinta

Será realizada nesta quinta-feira (28), uma audiência sobre o assassinato de Carlos Antônio Costa Carneiro, então presidente da Câmara de Vereadores de Alcinópolis, cidade a 384 quilômetros de Campo Grande. De acordo com Alcino Carneiro, pai da vítima, serão ouvidas duas testemunhas de acusação. Esta é terceira vez que a audiência foi remarcada. A audiência […]

Arquivo Publicado em 28/08/2014, às 17h08

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Será realizada nesta quinta-feira (28), uma audiência sobre o assassinato de Carlos Antônio Costa Carneiro, então presidente da Câmara de Vereadores de Alcinópolis, cidade a 384 quilômetros de Campo Grande. De acordo com Alcino Carneiro, pai da vítima, serão ouvidas duas testemunhas de acusação.


Esta é terceira vez que a audiência foi remarcada. A audiência foi marcada para o dia 25 de novembro de 2013, remarcada para o dia 12 de agosto e posteriormente, adiada para o dia 28 de agosto.


Assassinato


O crime aconteceu no dia 26 de outubro de 2010 em Campo Grande, próximo do Hotel Vale Verde, por dois homens que estavam em uma motocicleta. Dois policiais civis que passavam pelo local em um veículo descaracterizado realizaram a perseguição aos dois homens. Eles foram alcançados e presos.


Os dois acusados foram condenados pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri, Ireneu Maciel, à pena de 19 anos de reclusão em regime fechado e Valdemir Vansan a 18 anos de reclusão. Eles foram respectivamente denunciados por serem o executor e o intermediador do assassinato.


De acordo com a denúncia, Ireneu receberia de Valdemir a quantia de R$ 20 mil para assassinar a vítima. Conforme consta nos autos, Valdemir agiu como intermediador entre os mandantes do crime, ainda não identificados, e os executores, além de ter fornecido a arma de fogo utilizada no assassinato.


O terceiro acusado, Aparecido Souza Fernandes, conhecido como “Cido” e apontado como condutor da motocicleta foi absolvido no pelos jurados do Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.


A família do ex-vereador acredita que o mandante seja Manoel Nunes, que já foi preso e liberado por um habeas corpus.

Jornal Midiamax