Política

Vereadora diz que Puccinelli é machista e MS não respeita as mulheres

A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) afirmou nesta quarta-feira (6) que o governador André Puccinelli é machista e que isso explicaria, em parte, os altos índices de violência contra as mulheres em Mato Grosso do Sul. O Estado é o 5º do Brasil em violência contra a mulher e em homicídios de mulheres em decorrência de conflitos de gênero.

Arquivo Publicado em 06/11/2013, às 15h29

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A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) afirmou nesta quarta-feira (6) que o governador André Puccinelli é machista e que isso explicaria, em parte, os altos índices de violência contra as mulheres em Mato Grosso do Sul. O Estado é o 5º do Brasil em violência contra a mulher e em homicídios de mulheres em decorrência de conflitos de gênero.

A vereadora Luiza Ribeiro (PPS) afirmou nesta quarta-feira (6) que o governador André Puccinelli é machista e que isso explicaria, em parte, os altos índices de violência contra as mulheres em Mato Grosso do Sul. O Estado é o 5º do Brasil em violência contra a mulher e em homicídios de mulheres em decorrência de conflitos de gênero.


“Com esses números fica claro que o Estado não respeita as mulheres. A cada 500 mil habitantes deveria existir quatro delegacias da mulher. Em Campo Grande tem uma e não funciona 24 horas”, disse. “Acredito que isso é por causa da cultura machista do governador”, acrescentou.


O governador André Puccinelli vetou o Projeto de Lei 79/2013, do deputado Laerte Tetila (PT), que dispõe sobre a Política de Amparo e Assistência à Mulher Vítima de Violência no Estado de Mato Grosso do Sul. A proposta previa a implantação e funcionamento das Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher, em plantão de 24 horas. Para o governo, o projeto é de iniciativa exclusiva do Executivo.


Luiza Ribeiro acredita que o governador também irá vetar o projeto de lei do deputado Professor Rinaldo (PSDB) que obriga o Estado a disponibilizar um controle eletrônico de segurança preventiva às mulheres que estão sob risco e medidas protetivas. Elas teriam um dispositivo que contém GPS e gravador de áudio, o chamado “Botão do Pânico”.

Jornal Midiamax