Política

Vereador mais próximo de Bernal fica em cima do muro e não opina sobre demissão de Freire

O vereador Cazuza (PP), declarou que não sabe se o prefeito Alcides Bernal (PP) vai demitir o supersecretário Gustavo Freire. Cazuza é o vereador mais próximo de Bernal e também radialista, tendo ficado no comando do programa apresentado há anos pelo prefeito. Na avaliação do vereador, o que puder contribuir para que a administração flua, […]

Arquivo Publicado em 04/11/2013, às 12h00

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O vereador Cazuza (PP), declarou que não sabe se o prefeito Alcides Bernal (PP) vai demitir o supersecretário Gustavo Freire. Cazuza é o vereador mais próximo de Bernal e também radialista, tendo ficado no comando do programa apresentado há anos pelo prefeito. Na avaliação do vereador, o que puder contribuir para que a administração flua, deve ser feito.

Segundo Cazuza, ele tomou conhecimento da situação de Freire pela imprensa. “Parece que ele entregou o cargo, mas não sei se ele vai ser demitido. Não falei com o prefeito. O Bernal viajou então devo falar com ele mais tarde”, declarou.

Questionado se ele seria favorável a demissão imediata, depois que o Ministério da Fazenda demitiu Freire por improbidade administrativa, Cazuza ficou em cima do muro.

“Acho que o que tiver e o que for para contribuir para administração fluir, deve ser feito, se for nesse sentido. Vamos esperar para ver como as coisas vão se encaminhar”, encerrou.

Demissão

A demissão do supersecretário do cargo de auditor da receita federal foi publicada na última quinta-feira no diário oficial da União. Ele foi acusado de valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem em detrimento da dignidade da função pública. Com a demissão, Gustavo Freire também enfrentará restrição ao retorno ao serviço público federal.


Freire responde processo na Justiça Federal de MS por fraude. A acusação é da época em que atuava em Corumbá como auditor da receita federal. Ele, um empresário e dois despachantes aduaneiros são acusados de receber e pagar propina para a liberação de cargas de uma refinaria de petróleo sem o pagamento de tributos ou marcação de mercadoria. O prejuízo à União ultrapassa R$ 1 milhão. O processo está concluso desde março, na 1ª Vara federal de Corumbá, aguardando decisão.

Jornal Midiamax