Política

Tom de lideranças após reunião a portas fechadas com Bernal revela cumplicidade

A reunião a portas fechadas entre os líderes que comandaram a ocupação da Câmara Municipal nesta terça-feira (8) e Alcides Bernal (PP) terminou com direito a pose para fotos e tom de cumplicidade. Vereadores da oposição acusam os manifestantes de serem aliados de Bernal convocados para agir como ‘torcida organizada’ do prefeito. Mesmo com as […]

Arquivo Publicado em 08/10/2013, às 23h00

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A reunião a portas fechadas entre os líderes que comandaram a ocupação da Câmara Municipal nesta terça-feira (8) e Alcides Bernal (PP) terminou com direito a pose para fotos e tom de cumplicidade. Vereadores da oposição acusam os manifestantes de serem aliados de Bernal convocados para agir como ‘torcida organizada’ do prefeito.

Mesmo com as suspeitas e indícios de que tenha havido manobra para prejudicar a votação que pode abrir uma comissão processante contra Bernal, ele afirmou ao final da reunião que a votação ‘precisa acontecer rapidamente’.

Além de aliados que até participaram de programas eleitorais de Bernal na televisão em 2012 e foram flagrados ‘liderando’ as manifestações, ônibus contratados para carregar os manifestantes aumentaram as desconfianças por parte dos oposicionistas.

A cumplicidade entre as lideranças e Bernal ficou explícita. Quando o prefeito foi questionado sobre as constantes manifestações na Câmara, em contraponto às reuniões tranquilas na prefeitura, o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação em Mato Grosso do Sul), Roberto Botareli, tomou a frente e respondeu pelo prefeito.

Segundo ele, não teria havido nenhum tipo de baderna na Câmara e prova disso seria a limpeza que os próprios manifestantes fizeram no local antes de se retirar. Houve troca de insultos e um vereador chegou a ser atingido por moedas que foram jogadas pelos manifestantes.

Jornal Midiamax