Política

Puccinelli nega projeto de disputar com Bernal Prefeitura de Campo Grande

O governador André Puccinelli (PMDB) descartou, nesta terça-feira (26), projeto de disputar mais uma vez o comando da Prefeitura de Campo Grande nas eleições de 2016. Segundo ele, os comentários não passam de “especulação”. Por outro lado, em conversas com aliados Puccinelli vem confidenciando o desejo de voltar ao comando da prefeitura e dar o […]

Arquivo Publicado em 26/03/2013, às 19h49

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O governador André Puccinelli (PMDB) descartou, nesta terça-feira (26), projeto de disputar mais uma vez o comando da Prefeitura de Campo Grande nas eleições de 2016. Segundo ele, os comentários não passam de “especulação”.


Por outro lado, em conversas com aliados Puccinelli vem confidenciando o desejo de voltar ao comando da prefeitura e dar o troco eleitoral ao prefeito Alcides Bernal (PP), que acabou com a hegemonia de mais de 20 anos do PMDB na administração da Capital.


Na tentativa de viabilizar a conquista, Puccinelli trabalha para montar um forte arco de aliança e acomodar parceiros políticos a fim de fortalecer seu grupo político. Uma das metas seria firmar aliança em 2014 com o rival PT em troca de apoio na disputa pela Prefeitura de Campo Grande, em 2016.


Outra aposta de Puccinelli seria o fracasso da administração de Bernal. Na Câmara Municipal, ele conseguiu emplacar o aliado Mário César (PMDB) para presidir o legislativo. Na Casa, os parceiros políticos do governador vêm dando trabalho ao prefeito, com aprovação de projetos que engessam a administração e aumentam despesas.


“É pura especulação. Aconselhei o Dirceu Lanzarini (ex-prefeito de Amambai), o Roberto Hashioka (prefeito de Nova Andradina) a não concorrem mais à prefeitura, depois de dois mandatos, aconselhei os demais e não faria o mesmo”, garantiu Puccinelli sobre a possibilidade de enfrentar Bernal em 2016.


Ele alegou que os valores são diferentes e defendeu a renovação na política. “Tem novos valores, tem que renovar, se a carreira é encerrada, é encerrada”, avaliou.


Questionado, então, se o carinho por Campo Grande não o faria repensar, o governador disse ser possível contribuir de outras maneiras. “Posso assessorar, trabalhar de graça, fiscalizar, ajudar quem quer que seja”, comentou. No final, porém, ele frisou que “se 2014 está longe, imaginem 2016”.

Jornal Midiamax