Política

Bernal reconhece atraso em obras, mas diz que assumiu prefeitura com 36 projetos parados

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), admitiu na manhã desta segunda-feira (1º), durante visita à Câmara, que atualmente a prefeitura tem cinco obras paralisadas. Porém, preferiu minimizar o problema, lembrando que assumiu a administração com 36 obras paralisadas e que entre as atuais não há nada que seja tão grave que não possa ser solucionado. Para […]

Arquivo Publicado em 01/07/2013, às 14h34

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O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), admitiu na manhã desta segunda-feira (1º), durante visita à Câmara, que atualmente a prefeitura tem cinco obras paralisadas. Porém, preferiu minimizar o problema, lembrando que assumiu a administração com 36 obras paralisadas e que entre as atuais não há nada que seja tão grave que não possa ser solucionado.

Para justificar a afirmação, o prefeito detalhou as obras paralisadas em Campo Grande. Ele iniciou citando uma obra no bairro Paulo Coelho Machado, paralisada porque Homex não fez o repasse obrigatório. Pelo contrato feito com a prefeitura, a construtora precisava construir uma escola no residencial Varandas do Campo, mas só liberou o dinheiro até o ano passado, não efetuando repasse neste ano. Bernal também citou problemas para término da Orla Morena, onde a empresa que executava, a MG, faliu. O projeto prevê a revitalização da linha férrea no bairro São Francisco, onde futuramente um trem turístico sairia da antiga estação ferroviária até o Belas Artes, no bairro Cabreúva.

O prefeito também detalhou problemas na construção de Unidades Básicas de Saúde da Família no bairro Cristo Redentor. A obra teve que ser parada e a prefeitura terá que fazer nova licitação porque o local projetado abrigava um lixão, o que inviabiliza a construção. No Aero Rancho o problema também envolve empresa particular. A responsável por fazer a fundação está desistindo e a prefeitura terá que fazer nova licitação.

A prefeitura também encontrou entrave para construção de uma Unidade Básica de Saúde da Família no bairro Arnaldo Estevão de Figueiredo. Para construir a unidade a prefeitura teria que demolir uma praça. Os moradores não aceitaram e agora o prefeito alega que procura outro local para construção. “São cinco obras, que não significa problema que não possa ser solucionado”, concluiu.

Jornal Midiamax