Política

Bernal promete reforma administrativa após centésimo dia de governo

O prefeito de Campo Grande anunciou na manhã deste sábado (16) que fará uma reforma administrativa a partir do centésimo dia de governo. Bernal não revelou as mudanças que fará na secretaria, mas garantiu que sofrerão transformações. O prefeito também falou da difícil relação com vereadores da Câmara de Campo Grande, principalmente com os que […]

Arquivo Publicado em 16/02/2013, às 15h43

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O prefeito de Campo Grande anunciou na manhã deste sábado (16) que fará uma reforma administrativa a partir do centésimo dia de governo. Bernal não revelou as mudanças que fará na secretaria, mas garantiu que sofrerão transformações.

O prefeito também falou da difícil relação com vereadores da Câmara de Campo Grande, principalmente com os que foram eleitos na coligação do candidato derrotado, deputado federal Edson Giroto (PMDB). O prefeito disse que está conversando diariamente com todos os vereadores e acredita que os “bons” vereadores vão ajudar a fazer uma base para administrar a cidade.

“Estou conversando com vários, inclusive do PMDB”. Bernal também foi questionado sobre pretensões políticas para 2014, mas negou que tenha interesse em disputar a eleição. “Vou administrar Campo Grande, conforme o povo determinou. O ano de 2014 só em 2014” avaliou.

Durante evento de combate à dengue o prefeito lembrou do encontro com a presidente Dilma Rousseff (PT), onde ele foi elogiado pela atitude da prefeitura no combate a epidemia. “Ela disse que era mais fácil se esconder do que enfrentar o problema e elogiou atitudes como a abertura das Unidades Básicas de Saúde nos finais de semana, das 7 à meia-noite”, contou o prefeito.

Bernal lembrou das dificuldades enfrentadas com o número reduzido de carros para combater o mosquito, apenas dois, e da necessidade de contratar mais servidores para a saúde. “Contratamos enfermeiros, médicos, administrativos. A prioridade é a saúde e o resultado é todo o nosso trabalho, que fala por si só”, declarou.

O prefeito finalizou o discurso dizendo que o que está em jogo não é a política partidária, mas a política a favor de salvar vidas. Segundo Bernal, o trabalho realizado já provoca uma queda no problema, considerado muito grave.

Jornal Midiamax