Política

Bernal não comparece no horário e CPI da Saúde atrasa início de depoimentos

O início das oitivas da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde desta segunda-feira (1) está atrasado em pelo menos meia hora e deve atrasar ainda mais, segundo o presidente da Comissão, vereador Flávio César (PtdoB). Isso porque os membros da comissão, vereadores Alex do PT e Cazuza (PP) aguardam a chegada do prefeito Alcides […]

Arquivo Publicado em 01/07/2013, às 12h48

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O início das oitivas da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Saúde desta segunda-feira (1) está atrasado em pelo menos meia hora e deve atrasar ainda mais, segundo o presidente da Comissão, vereador Flávio César (PtdoB). Isso porque os membros da comissão, vereadores Alex do PT e Cazuza (PP) aguardam a chegada do prefeito Alcides Bernal (PP) que ficou de ir logo cedo a Casa de Leis solicitar encaminhamento de dois projetos.

Flávio César explicou que por Alex ser líder do prefeito e Cazuza do mesmo partido, ambos querem recepcionar Bernal, que marcou a ida à Câmara às 8h30, mas até agora não chegou. “Por isso está atrasado. Porque o Bernal marcou no mesmo dia e no mesmo horário”, pontuou Flávio César.

A ida do prefeito se deve a um pedido de autorização do legislativo, para o município contrair empréstimo de R$ 120 milhões do PAC da Mobilidade Urbana, bem como recapeamento da avenida Bandeirantes.

Oitivas

Serão ouvidos pela CPI nesta segunda o ex-diretor do HU/UFMS (Hospital Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) Gualberto Nogueira de Leles e o médico Norberto de Souza Paes, que já foi responsável pelo serviço de radioterapia no núcleo.

Gualberto já esta na Câmara e aguarda a CPI. Ele falou com a imprensa e disse que não sabe porque foi chamado, já que não esta dentro do grupo dos investigados. “Mas estou disposto a prestar qualquer esclarecimento”, disse.

Atualmente Gualberto atua como professor adjunto da UFMS, onde é servidor há 33 anos. Ele conta que foi diretor do HU de 1992 a 1996 e depois de junho de 2007 a agosto de 2009.

“Na época já se enfrentava problemas de infraestrutura e contratação de pessoal, principalmente de médico radioterapeuta, que não aceita o salário de servidor oferecido pela instituição no valor de R$ 3,5 mil por 40h/semanais, enquanto no mercado os salários giram em torno dos R$ 15 mil”, declarou o ex-diretor, repetindo a justificativa apresentada pelo diretor exonerado, José Carlos Dorsa.

Neste momento apenas Gualberto e a imprensa aguardam o início dos depoimentos. Os vereadores estão todos reunidos na sala da presidência e não há cidadãos para acompanhar os trabalhos.

Jornal Midiamax