Política

Se ‘Nelsinho estiver mal’ Simone irá concorrer ao governo, diz Puccinelli

O governador André Puccinelli (PMDB) declarou, nesta sexta-feira (21), que o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) não será o candidato do PMDB ao Governo do Estado se estiver com baixa popularidade. Ele, porém, reconheceu que, hoje, Nelsinho é primeiro da fila do PMDB para concorrer ao cargo, mas se “estiver mal” a vaga será da vice-governadora […]

Arquivo Publicado em 21/12/2012, às 16h56

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O governador André Puccinelli (PMDB) declarou, nesta sexta-feira (21), que o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) não será o candidato do PMDB ao Governo do Estado se estiver com baixa popularidade.


Ele, porém, reconheceu que, hoje, Nelsinho é primeiro da fila do PMDB para concorrer ao cargo, mas se “estiver mal” a vaga será da vice-governadora Simone Tebet (PMDB).


“Preferencialmente, por motivação própria e por aceito da Simone, o Nelsinho é o candidato a governador. A Simone pode ser? Pode ser na hipótese de o Nelsinho morrer, de o Nelsinho não querer ou de ele estar muito mal e a Simone sobressair”, disse Puccinelli.


Pouco antes, o governador reforçou que quando o político estiver em baixa deve recuar. “Vou usar a máxima do lance, quando o malandro vai cair, deita”, brincou.


Indagado sobre a possibilidade de uma reviravolta acontecer e o PMDB reproduzir aliança nacional com o PT por meio do apoio à pré-candidatura do senador Delcídio do Amaral (PT), Puccinelli admitiu gostar do petista, mas frisou preferir Nelsinho e Simone.


“Ele (Delcídio) tem que trabalhar para Mato Grosso do Sul e é eficiente, gosto dele, mas gostar é uma coisa e alinhamento partidário é outra”, ponderou. “Gosto mais do Nelsinho, gosto mais da Simone”, emendou.


No final, Puccinelli voltou a considerar cedo para discutir 2014. “Isso nós vamos discutir depois”, afirmou fazendo menção à escolha do candidato à sua sucessão.


Ele participou hoje da solenidade de entrega de 33 motocicletas, 21 viaturas quatro rodas, 100 fuzis, 43 microcomputadores, 40 rádios transceptores e 08 aparelhos de televisão para reforçar a segurança pública no Estado.

Jornal Midiamax