Política

PDT tem pré-candidato a prefeito de Corumbá

O empresário Alfredo Zamlutti Júnior (PDT), está disposto a entrar na corrida pela sucessão da Prefeitura de Corumbá, terceiro maior colégio eleitoral do Estado

Arquivo Publicado em 02/03/2012, às 20h23

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O empresário Alfredo Zamlutti Júnior (PDT), está disposto a entrar na corrida pela sucessão da Prefeitura de Corumbá, terceiro maior colégio eleitoral do Estado

O presidente da Associação Comercial, o empresário Alfredo Zamlutti Júnior (PDT), está disposto a entrar na corrida pela sucessão da Prefeitura de Corumbá, terceiro maior colégio eleitoral do Estado, e conta com o apoio do presidente regional do PDT, Dagoberto Nogueira.


“Onde pudermos ter candidatura própria, vamos ter”, ressaltou Dagoberto. Segundo ele, o plano é encomendar pesquisa de opinião pública para analisar a viabilidade da pré-candidatura.


Indagado sobre os motivos que o levaram a partir para o enfrentamento, Zamlutti frisou não poder “aceitar ver minha cidade presa à verba federal”. O comentário leva em conta relação tumultuada do atual prefeito Ruiter Cunha (PT) com o governador André Puccinelli (PMDB). “Nenhum prefeito deve ser submisso ao governador, mas também não pode brigar com ele”, ponderou.


Por conta do impasse, segundo o pré-candidato do PDT, Corumbá “virou uma cidade pobre e suja”. “Com um Pantanal incrível, não enxergo investimentos no Turismo”, completou.
Atualmente, o PDT faz parte da administração de Ruiter e, inclusive, ocupa cargos na administração. “Esse PDT representa mais os interesses do grupo do prefeito do que os nossos”, comentou Zamlutti.


Ruiter aposta na eleição do deputado estadual Paulo Duarte (PT), favorito na disputa, como apontam pesquisas. “Já fui presidente de Federação de Futebol, por isso, digo que jogo só se ganha em campo”, avisou Zamlutti.


Em relação a um possível rompimento com o PT de Corumbá, Dagoberto fez questão de não descartar conversas. “A nossa prioridade é lançar candidato, mas podemos discutir a possibilidade de indicar o vice do PT”, comentou. “O importante é não ter papel de subalterno em eventual próxima administração”, concluiu.

Jornal Midiamax