Política

Bernal rebate acusação e diz que emprestou dinheiro à Coopertaxi

Candidato a prefeito de Campo Grande, o deputado estadual Alcides Bernal (PP) rebateu, nesta terça-feira (PP), acusação do presidente da Cooperativa de Condutores Autônomos Rodoviários (Coopertaxi), Flávio Panissa, de prática de estelionato, agiotagem, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. No programa eleitoral do candidato a prefeito Sidney Melo (PSOL), Panissa disse que Bern...

Arquivo Publicado em 18/09/2012, às 18h15

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Candidato a prefeito de Campo Grande, o deputado estadual Alcides Bernal (PP) rebateu, nesta terça-feira (PP), acusação do presidente da Cooperativa de Condutores Autônomos Rodoviários (Coopertaxi), Flávio Panissa, de prática de estelionato, agiotagem, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.


No programa eleitoral do candidato a prefeito Sidney Melo (PSOL), Panissa disse que Bernal foi à Justiça cobrar suposta dívida inexistente de R$ 106,3 mil. “Trata-se de um direito meu que estou cobrando na Justiça”, declarou o deputado após debate, promovido pelo ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública).


Segundo Bernal, em 2006, o posto que atendia a cooperativa “estava sem combustível”. “Emprestei esse dinheiro para o pessoal poder comprar gasolina e manter o serviço em dia, mas com o compromisso de no futuro ser restituído”, contou.


O candidato frisou ainda ter mantido com a Coopertaxi uma relação de respeito e parceria. “Divulguei por mais de 12 anos a cooperativa no meu programa”, destacou. Ele frisou ainda manter relação de amizade com o ex-presidente da cooperativa, Waltrudes Pereira Lopes.


“O atual presidente é inimigo do Waltrudes e resolveu não pagar a dívida”, disse. Ainda de acordo com Bernal, o cheque que recebeu do ex-presidente da Coopertaxi é verdadeiro. “Tenho uma perícia que comprova isso e testemunhas confirmam a veracidade do pagamento”, frisou.


Fato político


No entendimento de Bernal, “querem transformar o caso em fato político para beneficiar um candidato”. “Quem tem interesse? Quem está atrás de mim nas pesquisas”, indagou sugerindo o envolvimento dos governistas na publicidade da ação judicial.


Bernal ainda lamentou “mais um baixaria” contra ele e deixou a entender a participação do PSOL no “jogo sujo”. “Ele está sendo cooptado pelos nossos adversários”, comentou. 
Sidney Melo, que a princípio mirava contra Edson Giroto (PMDB), frisou ter seis adversários políticos e estar só de um lado: “do trabalhador”. Ele contou ainda ter sido procurado por Panissa para denunciar o caso.

Jornal Midiamax