Polícia / Trânsito

Caminhoneiro que causou engavetamento com morte na BR-163 admite 'cochilo' ao volante

Ele responde por homicídio culposo, quando não há intenção

Renan Nucci Publicado em 17/07/2021, às 10h13

Acidente ocorreu na tarde desta sexta-feira e deixou uma pessoa morta
Acidente ocorreu na tarde desta sexta-feira e deixou uma pessoa morta - Leitor Midiamax

O caminhoneiro que provocou acidente na tarde desta sexta-feira (16), na BR-163, que terminou com a morte de Rafael Coldibelli Francisco Filho, de 35 anos, admitiu ter cochilado ao volante. O homem, de 33 anos, foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, na direção de veículo automotor.

Conforme já noticiado, o engavetamento ocorreu após o distrito de Congonha, no trecho entre Bandeirantes e Camapuã, a aproximadamente 112 quilômetros de Campo Grande, perto da base da CCR MSVia. Consta no registro policial que o trecho está em obras e o fluxo de veículos estava limitado, na modalidade Pare e Siga.

Ou seja, o trânsito estava parado e cada um dos sentidos era liberado por vez. Assim, Rafael estava em seu automóvel Fiat Argo na espera, quando foi atingido pelo caminhão do autor que vinha logo atrás, sendo prensado entre outro veículo que estava à frente. Foram atingidos ainda um Polo Sedan e uma carreta, totalizando cinco veículos envolvidos.

Socorristas da CCR MSVia prestaram os primeiros socorros, mas Rafael não resistiu e morreu no local. O motorista do caminhão disse aos policiais no local que cochilou. Os demais condutores tiveram apenas danos materiais. Rafael é filho do ex-Procurador-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul, Rafael Coldibelli.

Jornal Midiamax