Polícia / Trânsito

Trecho em Avenida que já motivou protestos tem acidente entre moto e carro

  Os veículos colidiram no cruzamento da BR-163 com a Guaicurus

Midiamax Publicado em 14/12/2016, às 18h52

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Os veículos colidiram no cruzamento da BR-163 com a Guaicurus

A Avenida Guaicurus que já motivou protesto por conta do perigo no trânsito, registrou mais um acidente nesta quarta-feira (14). A colisão entre um motocicleta e um carro aconteceu no cruzamento da Avenida com a BR-163.

De acordo com o motorista da saveiro, que não quis se identificar, o motoqueiro seguia pela BR, sentido São Paulo em direção a Campo Grande. Ele, por sua vez, declarou que conduzia a saveiro pela Avenida, com intenção de continuar na BR-163. No momento em que entraria na BR, a moto, uma Honda-CG, veio em alta velocidade e os dois veículos colidiram.

Os condutores não tiveram ferimentos graves. O motociclista, que foi atendido pela equipe da CCR-MS, foi encaminhado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário, e estava consciente e orientado. A moto ficou destruída com a batida e o carro também sofreu estragos: lateral amassada e vidro quebrado.

O trânsito ficou lento no local, onde um trabalhador da CCR realizava a orientação para os condutores, no sistema pare e siga. Moradores e comerciantes do local alertaram sobre o perigo do trecho. De acordo com eles, o cruzamento sempre registra acidentes. “A saída é colocar uma rotatória nessa região”, alertaram.

Avenida perigosa

‘Cruzamento da morte’. É assim que moradores da Vila Julieta chamam a confluência entre a Avenida Guaicurus e a Rua Mariazinha Maravieski, em Campo Grande. No dia 10 de novembro, o chão da Avenida Guaicurus amanheceu com inscrições como ‘socorro’, ‘não aguentamos mais’ e “semáforo já’. Cruzes afixadas no canteiro denunciavam o problema na Avenida conhecida pelo elevado número de registro de acidentes. No chão, junto as cruzes, ainda era possível encontrar destroços do acidente que, no dia 9 de novembro, matou uma idosa de 73 anos e deixou cinco vítimas feridas.

Após protestos, a Agetran (Agência municipal de transporte e trânsito) colocou um quebra-molas no local.

Jornal Midiamax